O baixo excedente interno, o cultivo tardio no Brasil e a valorização externa elevaram os preços da soja no mercado doméstico nos últimos dias.
Ainda assim, as negociações estão em ritmo lento, devido à retração de produtores, que não têm interesse em negociar o restante da safra 2019/20. O pouco volume disponível no spot está sendo disputado por indústrias locais, que oferecem preços acima dos da paridade de exportação, algo incomum de se observar.
Indústrias sinalizam não ter estoques longos, o que deixa avicultores e suinocultores em alerta quanto ao consumo de farelo de soja no primeiro bimestre de 2021, especialmente diante da possibilidade do atraso da colheita da safra 2020/21, devido ao atual semeio tardio.
- Flávio Bolsonaro e Lula vão ao segundo turno para presidente nas eleições de 2026
- Morre Império Sapecado, campeão nacional que e um do maiores nomes do Mangalarga Marchador
- Cleitinho é eleito governador de Minas Gerais no primeiro turno
- Tarcísio é reeleito governador de São Paulo no primeiro turno
- Otaviano Pivetta é reeleito como governador de Mato Grosso no primeiro turno
Nos últimos dias, os trabalhos de campo foram intensificados, favorecidos por chuvas. Quanto aos preços, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou expressivos 4,2% entre 16 e 23 de outubro, a R$ 164,50/sc de 60 kg na sexta-feira, 23 – na parcial do mês, este Indicador registra a segunda maior média real da série do Cepea, inferior apenas à verificada em outubro/2002 (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de out/20).
Inclusive, o Indicador Paraná está superior ao Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) – porto de referência de formação de preços de soja no Brasil –, que, por sua vez, fechou a R$ 164,23/sc de 60 kg na sexta, aumento de 3% frente à sexta anterior.
Fonte: Cepea