No acumulado de janeiro a novembro, o Brasil exportou 96,8 milhões de toneladas, uma queda de 4,9% em comparação ao mesmo período de 2023, quando foram exportados 101,8 milhões de toneladas.
O mercado de fretes para soja registrou queda generalizada em novembro, acompanhando a redução nas exportações, que totalizaram 2,55 milhões de toneladas, recuo de 45,8% em relação a outubro, segundo o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira. No acumulado de janeiro a novembro, o Brasil exportou 96,8 milhões de toneladas, uma queda de 4,9% em comparação ao mesmo período de 2023, quando foram exportados 101,8 milhões de toneladas.
Os fretes caíram em diversas regiões. Em Mato Grosso, principal estado produtor, a rota Sorriso-Santos fechou novembro a R$ 420/t (-7%), enquanto Sorriso-Paranaguá recuou para R$ 390/t (-3%). Em Mato Grosso do Sul, a rota Dourados-Paranaguá foi cotada a R$ 156/t (-6%), enquanto Dourados-Rio Grande teve queda de 10%, fechando a R$ 190/t. No Distrito Federal, o trecho entre Brasília e Araguari caiu 9%, para R$ 111,67/t, e a rota Brasília-Paranaguá registrou queda de 4%, ficando em R$ 306,67/t.
“A menor demanda por transporte rodoviário tem acarretado redução na cotação do frete”, destacou o boletim. No Paraná, as regiões também registraram recuos nos valores. Em Campo Mourão, o frete para Paranaguá caiu 8% (R$ 115/t), enquanto em Cascavel o recuo foi de 17% (R$ 100/t).
O relatório também aponta para mudanças na distribuição portuária. Os portos do Arco Norte ampliaram sua participação para 35% das exportações nacionais de soja em novembro de 2024, contra 33,8% em igual período do ano anterior. O Porto de Santos foi responsável por 28,9% (ante 30% em 2023), e Paranaguá por 13,9% (ante 14,1%). Segundo a Conab, “a expansão do Arco Norte reflete a melhoria na infraestrutura logística e a proximidade com as regiões produtoras”.
Para 2025, as perspectivas são de recuperação nas exportações, projetadas em 105,48 milhões de toneladas, impulsionadas por uma produção prevista de 166,21 milhões de toneladas, um aumento de 12,5% em relação à safra anterior. Segundo a Conab, a recuperação está vinculada à melhora nas condições climáticas e ao aumento de área cultivada.
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