Soja: Saca passa de R$ 177 para R$ 155 em Goiás

Soja: Saca passa de R$ 177 para R$ 155 em Goiás

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soja no tocantins
Foto: Divulgação

A cotação da soja se ajustou aos níveis das demais regiões e sentiu o efeito da ausência da demanda localizada por parte das indústrias. Confira o fechamento!

Os preços da soja caíram um pouco mais nesta quarta nas principais praças do país. Em Goiás, o recuo foi mais consistente, de R$ 177 para R$ 155 a saca em Rio Verde, com a cotação se ajustando aos níveis das demais regiões e sentindo o efeito da ausência da demanda localizada por parte das indústrias.

O mercado seguiu praticamente sem negócios. Os produtores acompanham o final do plantio e o desenvolvimento inicial das lavouras. Destaque para a falta de chuvas em Goiás, que traz preocupação.

Em Passo Fundo (RS), a saca de soja 60 quilos caiu de R$ 150 para R$ 149. Na região das Missões, a cotação baixou de R$ 149 para R$ 148. No porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 149.

Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu de R$ 150 para R$ 149 a saca. No porto de Paranaguá (PR), o valor baixou de R$ 152 para R$ 150.

Em Rondonópolis (MT), a saca baixou de R$ 160 para R$ 159. Em Dourados (MS), a cotação recuou de R$ 147 para R$ 150.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa, pela terceira sessão consecutiva. O mercado atingiu os menores níveis desde 16 de novembro, mas encerrou acima das mínimas do dia.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 9 centavos de dólar por libra-peso ou 0,77% a US$ 11,53 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,54 por bushel, com perda de 8,25 centavos ou 0,7%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo recuou US$ 4,60 ou 1,17% a US$ 385,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 36,92 centavos de dólar, baixa de 0,09 centavo ou 0,24%.

Após atingir o pico de US$ 12 em 23 de novembro, o contrato janeiro iniciou um movimento de retração, com base em fatores técnicos. Fundos e especuladores estão liquidando posições.

Em termos fundamentais, este movimento de vendas está escorado na volta das chuvas no Brasil. O plantio se encaminha para o final e os temores de perdas no potencial produtivo diminuem. Além disso, os ruídos na relação comercial entre China e Estados Unidos adicionam pressão às cotações.

Nesta quinta, as atenções do mercado se voltam para os números para as vendas líquidas americanas na semana. Os dados serão divulgados às 10h30min pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado aposta em vendas entre 400 mil e 1,15 milhão de toneladas.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,2410 para venda e a R$ 5,2390 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2070 e a máxima de R$ 5,2550.

Fonte: Agência Safras

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