Soja tem dia de preços firmes e negócios pontuais

Soja tem dia de preços firmes e negócios pontuais

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soja no tocantins
Foto: Divulgação

A falta de oferta, além de sustentar as cotações, mantém a comercialização em ritmo lento, aponto a Agência Safas no dia de ontem; confira as cotações!

Os preços da soja permaneceram firmes nesta segunda, oscilando entre estáveis e mais altos nas principais praças do país. A falta de oferta, além de sustentar as cotações, mantém a comercialização em ritmo lento.  

Chicago teve um dia firme. O dólar se recuperou na parte final da sessão e os prêmios permanecem elevados, mas nominais. Houve registro de negócios pontuais a R$ 98 para entrega em 2022 sudoeste de Goiás. Para fevereiro de 2022 no Paraná teve operação a R$ 111.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 123 para R$ 123,50. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 123 para R$ 123,50. No porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 127. 

Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 119,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 124,50. Em Rondonópolis (MT), a saca ficou em R$ 120. Em Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 120. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 118.

Segundo Agrifatto

Dólar, CBOT e prêmio. Com a valorização desses três indicadores, a soja brasileira avançou forte nesta segunda-feira, superando os R$ 126,00/sc em grande parte dos portos brasileiros. Apesar de restar muita pouca oleaginosa para negócios, a oferta que surge é negociada ferozmente por compradores internos e até mesmo externos, apesar da eminente chegada da safra norte-americana.  

Enquanto o milho acelera, a soja põe o pé no freio e desacelera os seus embarques para fora do país. Foram 1,59 milhões de toneladas nos cinco primeiros dias úteis de agosto/20, sendo assim já ultrapassada pelo milho em volume exportado, com uma média diária de 318,70 mil toneladas, 29% menor do que em julho/20.

Esse mês deverá marcar a transição dos embarques nos portos brasileiros, com menos soja disponível, a migração para o milho é natural e deve acontecer, no entanto, com a escassez de oleaginosa, devemos ver preços da soja ainda elevados.

Fonte: Agência Safras e Agrifatto

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