"A exceção será o Rio Grande do Sul, que vai ter perdas de safra e produtividade", disse o economista, ao atribuir o problema do Estado à sua topografia.
O objetivo da lei foi equilibrar a preservação ambiental com os usos e costumes das comunidades tradicionais que habitam a região do Pantanal mato-grossense há séculos.
A entrega foi conduzida pelo secretário nacional de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, e pelo superintendente de Agricultura e Pecuária no estado de São Paulo, Estanislau Steck.