Expectativa é que o otimismo no nicho de soja não-transgênica continue pelas próximas safras no Estado mato-grossense, que observou aumento de 34,6% da área.
Além da demanda crescente europeia por produtos não transgênicos, o Brasil deverá ocupar espaço deixado pela Índia, que planta somente soja convencional e tem limitado embarques de produtos agrícolas.