O astro sertanejo Michel Teló expandiu seus negócios para administrar uma fazenda de 14 mil hectares em Mato Grosso do Sul. No local, a família divide o tempo entre a produção de gado, o cultivo de grãos e momentos de lazer.
A propriedade, administrada pelo cantor ao lado do pai, Aldo Teló, e do irmão, Teo Teló, reúne atividades de agricultura e pecuária. Soja e milho são cultivados na área, enquanto a criação de bovinos também integra os negócios da família.
Mas o local não funciona apenas como empreendimento rural. Para o cantor, a fazenda também se tornou um espaço para reunir a família e proporcionar aos filhos uma infância mais próxima da natureza.
Fazenda virou espaço de descanso para os filhos do cantor
Quando Michel Teló visita a propriedade com a esposa, Thais Fersoza, e os filhos, Melinda e Teodoro, o cenário é diferente daquele encontrado durante a rotina profissional do artista.
A fazenda conta com açudes, áreas destinadas a passeios a cavalo e até uma casa na árvore utilizada pelas crianças. O espaço permite que os filhos tenham contato com os animais e com atividades típicas do ambiente rural.
A estrutura de lazer convive diretamente com a produção. Enquanto os negócios seguem movimentando a propriedade, a família aproveita o local como uma espécie de refúgio longe da rotina das grandes cidades.

Relação com o campo começou antes dos grandes negócios
A ligação de Teló com o meio rural não surgiu apenas depois do sucesso na música. A família do cantor já tinha contato com a vida no campo, e os investimentos começaram a ganhar força quando ele passou a destinar parte do dinheiro obtido com a carreira para a compra de gado.
Com o tempo, o negócio foi crescendo e deixou de se concentrar apenas na pecuária. A produção agrícola também passou a fazer parte da propriedade, levando a família a trabalhar com diferentes atividades dentro da mesma área.
Hoje, o modelo adotado combina lavoura e pecuária, uma estratégia que permite utilizar a terra para diferentes finalidades e diversificar a produção.
Seca trouxe prejuízos para a produção de soja
Apesar da estrutura da propriedade e do investimento financeiro à disposição, a vida no campo também trouxe dificuldades para a família Teló. Na safra 2023/2024, a falta de chuva prejudicou a produção de soja e provocou perdas.
Ainda assim, os negócios não foram interrompidos. Em 2024, a família anunciou planos para aumentar a área destinada à soja, passando de 200 para 400 hectares.
A estratégia faz parte da diversificação da fazenda, que mantém a criação de gado ao mesmo tempo em que amplia a presença da agricultura.













