Algumas fontes informaram ao El País que os atrasos são de 30 dias, o que é um problema antigo e, embora estejam em vigor os acordos sanitários.
Os exportadores uruguaios estão preocupados e contrariados porque o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) brasileiro continua atrasando a emissão de licenças para importação e exportação de carnes e outros produtos.
Algumas fontes informaram ao El País que os atrasos são de 30 dias, o que é um problema antigo e, embora estejam em vigor os acordos sanitários entre Brasil e Uruguai, não foi possível reduzir o tempo de espera, nem acelerar a burocracia.
Também informaram que houve casos em que, uma vez emitida a licença do Brasil, alguns caminhões que haviam chegado à fronteira tiveram que retornar para resolver erros de documentos que o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca deveria ter controlado. Essas devoluções aumentam os custos de envio.
Além disso, há apenas uma passagem de fronteira autorizada pelo MAPA (Aceguá) e funciona apenas uma ou duas vezes por semana, complicando ainda mais as operações.
- Starlink dispara em 2025 e conecta milhões — transformando o agro, a saúde e a educação no mundo
- Balança comercial tem superávit de US$ 2,070 bilhões na 3ª semana de fevereiro
- Nos EUA, venda de suínos beira recorde; ausência da China pesa sobre carne bovina
- Justiça libera R$ 1,4 bilhão do INSS; veja quem recebe
- Costa Filho diz que será apresentado para Lula cronograma sobre Tecon Santos 10
Por enquanto, os custos para exportar vacas gordas para o Brasil não estariam compensando, embora continuem as pesquisas da indústria brasileira, que está desesperada por gado bovino e ovino.
A saída pelo Aceguá torna a operação mais cara e, em alguns casos, somada a impostos e outros custos, inviabiliza os negócios.
Fonte: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.