7 de setembro: o dia que o Agro parou para mudar o país

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Foto Divulgação

A data é conhecida por ser a comemoração da Declaração de Independência do Brasil do Império Português; Agora será lembrada por ser o dia que o Agro se uniu para mudar o país!

Em um momento que o Agronegócio carregado a economia do país nas costas, o setor se mobiliza e prepara um dos maiores movimentos para buscar a “independência” do país, frente aos absurdos que vem sendo praticados por parte jurídico-política. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira a apoiadores que os protestos de 7 de setembro vão mostrar que o povo é quem manda no Brasil e que ele tem a obrigação de fazer aquilo que eles determinam.

“Vocês estão mostrando que no próximo dia 7 quem manda no Brasil são vocês”, disse Bolsonaro durante visita a Uberlândia (MG). “Nós temos a obrigação de fazer aquilo que vocês determinam”, acrescentou, de acordo com vídeo transmitido por suas redes sociais.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a convocar apoiadores para a manifestação do dia 7 de setembro durante discurso em um evento oficial em Uberlândia nesta terça-feira, afirmando que o destino do Brasil será mudado “dentro das quatro linhas da Constituição.”

Este 7 de setembro será um divisor de águas para o Brasil

Os movimentos ocorrem de forma dispersa por todo o país, mas unida em um só propósito: Trazer a pacificação e buscar mudanças que permitam o país sair de toda essa “prisão” vivida a anos na corrupção e briga entre os poder superiores da legislação.

Diversos grupos de produtores, entidades e indústrias estão se mobilizando para realizar o que ficará conhecido como O Maior Ato Pró Independência que o país já viu. Além do Agro, outros setores do país já confirmaram presença e, segundo o atual presidente, são esperadas mais de 2 milhões de pessoas para o movimento.

Em documento divulgado nesta semana, entidades agrícolas demonstraram preocupação com a imagem do país no exterior “com os atuais desafios à harmonia político-institucional e, como consequência, à estabilidade econômica e social em nosso país”.

“Somos uma das maiores economias do planeta, um dos países mais importantes do mundo, sob qualquer aspecto, e não nos podemos apresentar à comunidade das nações como uma sociedade permanentemente tensionada em crises intermináveis, ou em risco de retrocessos e rupturas institucionais”, informa o texto. “O Brasil é muito maior e melhor do que a imagem que temos projetado ao mundo. Isso está nos custando caro e levará tempo para reverter.”

As entidades do agronegócio afirmam, ainda, que são “responsáveis pela geração de milhões de empregos, por forte participação na balança comercial e como base arrecadatória expressiva de tributos públicos”. O grupo também defendeu a Constituição Federal de 1988 e a lisura do processo eleitoral: “Mais de três décadas de trajetória democrática, não sem percalços ou frustrações, porém também repleta de conquistas e avanços dos quais podemos nos orgulhar. Mais de três décadas de liberdade e pluralismo, com alternância de poder em eleições legítimas e frequentes”.

O texto destaca, também, que o desenvolvimento econômico e social do Brasil precisa de paz e tranquilidade para ser efetivo e sustentável. Defende, ainda, “a diversidade, que viceja no confronto respeitoso entre ideias”, mas “sem qualquer tipo de violência entre pessoas ou grupos”.

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