Armadilha possui uma tecnologia inovadora, fundamentada num profundo conhecimento sobre a biologia e o comportamento dos javalis e javaporcos.
Se você nunca teve problemas com javalis ou javaporcos (cruzamento com o suíno doméstico) em sua propriedade rural, com certeza conhece alguém que já teve. O aumento desses animais selvagens em todo o Brasil é alarmante. E, além de trazerem prejuízos aos produtores com a destruição de lavouras, nascentes e animais, são extremamente agressivos, em dezembro do ano passado o Compre Rural noticiou a morte de um homem de 46 anos em Santa Catarina, suspeito de ter sido atacado por javali.
Espécie não nativa, o javali é uma praga para a produção de alimentos no Brasil. Por falta de um inimigo natural, esse animal prolifera em escala, se não for caçado.
Como os javalis são animais exóticos à fauna brasileira, no Brasil, a onça é o único predador natural capaz de matá-lo, por isso, desde 2013, a espécie é a única que tem a caça autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Mas a caçada não é fácil, são animais fortes, rápidos e resistentes, podem percorrer até 70 km por dia, além de inteligentes e com alta capacidade reprodutiva.
Desenvolvida e fabricada pela Mão na Mata – Manejo e Soluções Ambientais, a Armadilha de Rede Javali 4.0, monitora e captura os animais, resultando na eliminação de grupos inteiros de javalis. Com alta resistência à tração ela é suficiente para resistir às investidas de
grupos inteiros de javalis.
A armadilha possui uma tecnologia inovadora, fundamentada num profundo conhecimento sobre a biologia e o comportamento dos javalis e javaporcos. Do tipo Brete/Curral, possui tripla camada de rede de nylon, com aproximadamente seis metros de diâmetro, dois metros de altura e 28 m² de área, também possui bloqueio superior contra pulo dos animais, impedindo assim a fuga de qualquer faixa etária de javali.
A Mão na Mata – Manejo e Soluções Ambientais é uma empresa especializada em oferecer produtos e serviços para o manejo populacional de javalis e javaporcos, e quando integradas a estratégias corretas, é incrivelmente efetiva na captura de bandos inteiros de javalis e javaporcos.
Segundo a empresa, a rede é resistente aos raios UV, o que garante maior durabilidade. Fabricada no Brasil com matéria prima importada, pesa 35 quilos no total, tornando fácil a montagem, desmontagem e transporte.
Veja outras formas de controle de javalis
Os javalis são animais de fácil adaptação e reprodução veloz se espalham facilmente, levam prejuízos aos produtores e acendem alerta sobre a necessidade de controle. Podem percorrer até 70 km por dia e, no trajeto, deixam o rastro de destruição.
Atualmente, em todo o país, só podem ser caçados javalis, espécies exóticas consideradas “pragas” do ecossistema nacional, sobretudo de lavouras e rebanhos.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alerta que esses animais trazem prejuízos financeiros, ambientais, sanitários e até mesmo risco à integridade física de seres humanos. Afinal, os javalis possuem grande porte e temperamento bastante agressivo.
E, por serem onívoros, ou seja, comem plantas, insetos e até pequenos animais, os javalis têm ampla capacidade de adaptação ao meio, e alta reprodução. As fêmeas podem dar à luz a até duas ninhadas por ano, com mais de 10 filhotes por gestação.
Confira no vídeo uma operação de controle de javalis e as dificuldades encontradas para realizar o abate do animal. A gravação foi realizada pela Javali SA, uma sociedade anônima que apoia e divulga o manejo consciente em prol da agricultura e do meio ambiente. Na operação foi necessário uma equipe de quase dez homens e alguns cães de caça que percorrem entre 20 a 30 km numa manhã, os animais ajudam a encurralar os javalis.
Hélio Galo, lavrador, trabalha há 15 anos numa propriedade produzindo limão e milho, precisou parar com a produção de milho devido aos prejuízos que foram causados pelos javalis.
“Dos três mil pés de limão que plantei tive que replantar cerca de 250 porque os javalis arrancam as mudas para comer o substrato. Cada muda custou em torno de R$8,20, um prejuízo de aproximadamente R$2 mil apenas na aquisição de novas mudas, sem contar o trabalho de fazer o replantio”, contou.
Fora o prejuízo financeiro, o animal causa risco aos moradores. Hélio conta na operação que parou de criar porco caipira porque os javalis invadiam os chiqueiros para cobrir as porcas. E, mesmo não sendo culpa do produtor, ele pode pagar multa caso nasça um javaporco (mistura do javali com o porco caipira).
O manejo do animal além de ser difícil, devido ao porte e agilidade dele, necessita de autorização e burocracia para ser realizado.
“Há muita burocracia para fazer o manejo e o controle dos javalis. Passou a divisa de cerca – que temos a autorização – não tem como pegar para abater”, conta na operação um dos caçadores legalizados.
Até em plantações de seringueira está sendo necessário a implantação de cerca elétrica para espantar os animais que comem a semente da árvore
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