Brasil diminui desmatamento em 70%, aponta a Global Forest Watch

Brasil diminui desmatamento em 70%, aponta a Global Forest Watch

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No geral, desde 2009, a taxa de desmatamento caiu 85% nas cidades analisadas, chegando a 1.049 km²/ano. Foto Divulgação.

A perda de florestas de lento crescimento, que são cruciais na preservação da biodiversidade, caiu em relação aos dois anos anteriores. Veja os dados!

O Brasil diminuiu o desmatamento em 70 por cento em comparação com 2017, mostram dados de uma rede independente de monitoramento da floresta. Em 2018, o país perdeu 13.471 quilômetros quadrados de floresta tropical em 2018, de acordo com dados anualizados da Global Forest Watch, que é mantida pelo World Resources Institute (WRI).

Isso representa uma queda significativa em relação ao ano anterior, quando incêndios florestais de grandes proporções causaram perdas maiores no Brasil.

A perda de florestas de lento crescimento, que são cruciais na preservação da biodiversidade, caiu em relação aos dois anos anteriores, marcados por incêndios históricos, mas ainda permanece em nível mais elevado do que há uma década, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pela Global Forest Watch.

“Embora alguma perda de 2018 possa ser atribuída ao fogo, a maior parte parece ser devido à limpeza de terreno na Amazônia, colocando em risco as reduções no desflorestamento que o país alcançou no início dos anos 2000”, escreveram os pesquisadores no site do grupo.

O Brasil abriga cerca de 60 por cento da Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, responsável por retirar imensas quantidades de dióxido de carbono da atmosfera, sendo considerada vital na luta contra o aquecimento global.

A República Democrática do Congo ficou em segundo lugar na lista de países que mais derrubaram florestas, tendo perdido 4.812 quilômetros quadrados.

Bolsonaro disse que o país deve fechar uma “indústria da multa” relacionada às infrações ambientais, contendo uma das principais ferramentas para garantir as proteções ambientais.

Ele também defende a mineração em reservas indígenas e em uma das principais reservas da Amazônia, como um modo de impulsionar o desenvolvimento econômico.

Fonte: Reuters

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