BRF tem lucro líquido de R$ 307 milhões no 2º trimestre

BRF tem lucro líquido de R$ 307 milhões no 2º trimestre

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BRF
Foto Divulgação.

BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, registrou lucro líquido de R$ 307 milhões nas operações continuadas no segundo trimestre de 2020.

ABRF registrou lucro líquido de R$ 307 milhões no segundo trimestre de 2020, uma queda de 5,5% em relação ao mesmo período de 2019. Se contadas somente as operações continuadas da companhia, o lucro teve aumento de 60,8% na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 1,177 bilhão entre abril e junho, um recuo de 21,9% na comparação anual. No critério ajustado, o indicador ficou em R$ 1,031 bilhão, com recuo de 33,3% em relação ao segundo trimestre de 2019. Retirando os efeitos tributários, essa queda foi de 15,4%.

“Estes resultados refletem nossa habilidade e agilidade em atender às novas demandas dos consumidores em diferentes mercados e culturas. Temos um time engajado, com uma essência forte, unido em torno do nosso propósito. Estou confiante em nosso projeto de crescimento de longo prazo, porque temos as melhores pessoas, as melhores marcas e os melhores produtos”, ressalta o CEO da BRF, Lorival Luz. 

A receita líquida da BRF no trimestre fiou em R$ 9,104 bilhões, crescimento de 9,2% em relação ao período entre abril e junho do ano passado. O volume vendido ficou praticamente estável, em 1,083 milhão de toneladas.

O resultado financeiro líquido da companhia no segundo trimestre foi negativo em R$ 190 milhões, uma sensível melhora em relação ao resultado negativo de R$ 619 milhões do mesmo período do ano passado.

A dívida líquida da BRF fechou junho em R$ 15,311 bilhões, um aumento de 15,4% em relação ao saldo de dezembro de 2019. O nível de alavancagem medido pela relação dívida líquida/Ebitda chegou a 2,89 vezes ao final do segundo trimestre, ante 3,74 vezes de um ano antes.

No mercado doméstico, cerca de 75% das vendas provêm de produtos processados, ou seja, frios, congelados, margarinas, refeições prontas, entre outros, por meio das marcas Sadia, Perdigão e Qualy. Os demais 25% são compostos por produtos in natura, principalmente, cortes específicos de frangos e suínos e suas linhas de semiprontos para consumo. 

“Seguimos focados em crescimento e rentabilidade, com excelência operacional e comercial, planejamento integrado, ancorados em uma cultura organizacional que promove o respeito e a valorização das pessoas, mantendo a disciplina financeira”, destaca Lorival Luz. “Temos registrado importantes avanços nos diversos canais e regiões onde atuamos, posicionando-nos de forma sólida, com produtos de maior valor agregado.”

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