Deputado critica governo Lula por ‘negociar’ com MST

“E a promessa já é de intensificação da estratégia de terror empregada pelo braço armado do PT na área rural.” – escreveu o deputado federal

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou a postura do Partido dos Trabalhadores por exigir rigor máximo para manifestantes que estavam em Brasília em 8 de janeiro e, ao mesmo tempo, mostrar toda a disposição de negociar com invasores de terra, como declarou o ministro Paulo Teixeira, de Desenvolvimento Agrário.

Em uma postagem no Twitter neste domingo, 5, Van Hattem disse que há pessoas com deficiência, cuja condição é comprovada por laudo médico e auxílio-doença, presas por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Essas pessoas são chamadas de “terroristas pelo PT e pela imprensa”, escreveu ele. Mas, “o MST invade e o governo diz que deve ‘negociar’. País da injustiça e da inversão de valores!”

Em artigo escrito para a Gazeta do Povo o deputado também teceu duras críticas ao governo por tolerar atitudes terroristas do movimento. “A devastação parece que precisa ser completa. Na cidade e no campo. Além das péssimas notícias diárias vindas de um governo que está disposto a solapar as bases da nossa estabilidade macroeconômica para colocar no lugar nem se sabe bem o quê, a insegurança e os conflitos no campo voltaram à realidade dos brasileiros que produzem no agro. O “Carnaval Vermelho” de invasões de terras desencadeado pelo MST é a mais recente consequência violenta da eleição de Lula à Presidência da República. E a promessa já é de intensificação da estratégia de terror empregada pelo braço armado do PT na área rural.” – escreveu Marcel van Hattem.

Ao final do encontro com a 'companheirada' do MST, Lewandowski plantou uma muda de árvore | Foto: Divulgação/MST
Ao final do encontro com a ‘companheirada’ do MST, Lewandowski plantou uma muda de árvore | Foto: Divulgação/MST

A presença de Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em evento do grupo marginal realizado poucos dias antes da nova onda de invasões, acrescenta insulto à injúria. Como confiar na segurança jurídica em um país, especialmente em relação ao direito de propriedade, quando um magistrado se senta à mesa, aos risos, ao lado de João Pedro Stédile e dá respaldo, assim, às suas criminosas ações? A inversão de valores é gritante; o papel do STF é cada vez mais político e menos guardião da Constituição.

“Já em relação às ações do terrorismo do MST, a resposta do Congresso também precisa ser enérgica e eficaz. Está restando apenas ao Poder Legislativo a iniciativa de colocar um freio à devastação institucional promovida pelo PT e executada por inúmeros de seus aliados, seja no Judiciário, seja em súcias como a do MST.” – finalizou o deputado federal.

Com informações da Revista Oeste e Gazeta do Povo

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