Égua mata peão após acidente em fazenda, veja

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Foto: Divulgação

Segundo as informações obtidas, Anísio Paulo de Brito, o “Manezinho”, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local; Confira as informações abaixo!

No fim da tarde de ontem, um acidente com uma égua na Fazenda Luzeiro, propriedade rural no município de Aquidauana, na região do Pantanal, acabou causando a morte de Anísio Paulo de Brito, conhecido como “Manezinho”. Confira abaixo os fatos sobre o acidente que

Ainda segundo as informações previamente divulgadas, o peão tinha 50 anos de idade e trabalhava como peão da propriedade onde ocorreu o acidente. Infelizmente essas fatalidades podem ocorrer no dia a dia da lida, causado em grande parte por uma reação do animal a algum objeto ou ação inesperada.

O acidente aconteceu na Fazenda Luzeiro e o carro funerário não conseguiu acessar a região que está alagada. Ainda conforme as diligências, o peão teria caído de cima da égua durante a lida e em seguida o animal tombou sobre ele, causando esmagamento de alguns órgãos.

A ocorrência foi registrada na 1ª Delegacia de Polícia de Aquidauana às 21h49 desta quarta-feira, embora o acidente em si tenha acontecido por volta das 18h. Relatos dizem que Anísio caiu de cima da égua e que o animal, logo em seguida, tombou sobre seu corpo, prensando-o contra o chão.

Manezinho trabalhava como peão na fazenda, que fica no km 130 da Estrada do Taboco. Mesmo com a seca histórica no Pantanal, que tem quebrado recordes negativos em relação à altura dos rios, a região ainda está bastante alagada e é considerada de difícil acesso. O tempo estimado de viagem entre o local e Aquidauana é de 5 horas.

Assim que sofreu a queda, Manezinho foi socorrido, mas equipes policiais e bombeiros tiveram dificuldades de acessar a fazenda. Apesar da estiagem, a região está alagada. 

Foi necessário o uso de uma caminhonete traçada para levar Anísio até uma fazenda vizinha, em um trajeto que durou cerca de 2 horas.

Por conta disso, o atendimento dos policiais e do socorro foi dificultado. Até mesmo o veículo funerário ficou impossibilitado de buscar a vítima. Foi necessário o uso de uma caminhonete traçada para levar Anísio até uma fazenda vizinha, em um trajeto que durou cerca de 2 horas. De lá foi feita a troca de veículos.

O corpo foi encaminhado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), onde será feito o exame necroscópico para definir qual foi exatamente a causa do óbito.

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