Expectativa sobre o relatório do USDA pressiona soja e milho

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soja sendo carregado no porto em navio exportacao
Foto: Divulgação

Relatório com as projeções de safra de soja e milho norte-americanas será divulgado na quarta-feira, dia 31. Com isso o mercado segue pressionado a espera das novidades!

Impulsionado pela oferta restrita o preço do milho opera acima dos R$ 94,00/sc em Campinas/SP na segunda-feira, a dificuldade em encontrar o cereal faz os compradores aceitarem maiores valores pedidos. Na B3, as cotações também iniciaram a semana em estabilidade em relação à última sexta-feira, o contrato para maio/21 fechou com alta de 0,06%, cotado em R$ 94,59/sc.

Assim como na soja, as expectativas do mercado sobre o relatório do USDA influenciaram as cotações do milho em Chicago. O contrato com vencimento em maio/21 fechou o dia recuando 1,04% ficando cotado a US$ 5,47/bu. A redução do volume exportado de milho na última semana também pesou sobre as cotações do milho em Chicago.

Boi Gordo

A dificuldade em escoar carne bovina continua grande para os varejistas e distribuidores em São Paulo, o início da semana santa trouxe consigo pouca negociação no mercado atacadista, com os compradores retraídos diante das vendas fracas. Ainda assim, a oferta de proteína bovina no atacado continua curta, e os indicativos de preço se mantêm firme nos R$ 19,10/kg.

Para o boi gordo a firmeza continua. O preço do animal em São Paulo já busca os R$ 320,00/@ como referência para negócios, até mesmo para os animais comuns, diante da fraquíssima oferta de gado apto para o abate. Ainda assim, o receio com o mercado atacadista de carne traz lentidão para as negociações na B3, o contrato para maio/21 registrou alta de apenas 0,02%, ficando cotado a R$ 305,40/@.

Soja

Semana inicia com o preço da soja pressionado em Paranaguá/PR rompendo os R$ 172,00/sc, valorizando-se mesmo com a quedas das cotações internacionais da oleaginosa e da maior disponibilidade no mercado interno. Referência para o farelo de soja em Rio Verde/GO mantêm-se no patamar de R$ 2,20 mil/t.

Em Chicago a oleaginosa iniciou a semana com recuo nas cotações diante das expectativas quanto ao relatório de intenção de plantio e de estoques trimestrais que o USDA divulgará amanhã. O contrato com vencimento em maio/21 registrou queda de 0,54% sobre as cotações de sexta-feira e ficou cotado a US$ 13,93/bu.

Fonte: Agrifatto

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