Imagens de satélite na agricultura e sua essencialidade

Imagens de satélite na agricultura e sua essencialidade

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Imagens de satélite na agricultura
Foto: Divulgação

Importância das imagens de satélite e geocodificação para o agronegócio brasileiro, análise desse volume de dados pode ser decisivo para negócio.

O uso de dados para tomada de decisão e ações em campo acompanha o agronegócio de grande escala nos dias atuais. Imagem, geocodificação, dispositivos móveis, automatização, sensores meteorológicos e de telemetria, entre muitos outros, oferecem novas possibilidades de controle e planejamento.

“A análise desse grande volume de dados oferece novas possibilidades para o entendimento integrado do planejamento, produção e distribuição da cadeia produtiva”, afirma a diretora da Indústria de Agronegócio da Imagem, Fábia Bem. Por meio da imagem e geocodificação – isto é, agregando coordenadas geográficas a uma localização e registro visual via satélite –, ocorrem ganhos de produtividade. Quem utiliza sistemas de análise espacial e preditiva agrega valor desde o planejamento da safra até a negociação dos preços das commodities.

A introdução de tecnologias, sistemas, computadores, apps, imagens ou qualquer outro tipo de dado no agronegócio não pode ser mais vista como um diferencial ou mesmo uma opção. “É um processo sem volta, com a utilização de plataformas tecnológicas para gestão integrada, onde se inserem imagem e a geocodificação”, ressalta Fábia.

Exemplos de imagem e geocodificação aplicados

“Temos casos de sucesso de clientes que ampliaram em seis vezes a velocidade na execução de tarefas através do uso de geotecnologia, desde o planejamento até o embarque de mapas digitais precisos nas máquinas de colheita.” Fábia explica que também há exemplos no setor sucroenergético. Um deles é o da Usina São Manoel, com a implantação da solução SoloSystem, desenvolvida para a gestão de correção e adubação de solo. Foram constatados ganhos de produtividade, agilidade nas operações agrícolas e diminuição de gastos com insumos.

Potencial e estimativas para o setor agro

Fábia avalia as demandas do agronegócio a partir da experiência da Imagem. “Percebemos a necessidade de integração, uma vez que mobilidade, telemetria, agricultura de precisão, integração de sensores e alta disponibilidade de dados estão cada vez mais presentes no dia a dia do produtor, mas isoladamente não dão as respostas necessárias.”

Razões para utilizar imagens de satélites na gestão agrícola

Agricultura 4.0: uma nova tendência no campo

Com o uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas, o produtor rural torna-se capaz de gerenciar, à distância e em tempo real, sua propriedade e o desenvolvimento das lavouras. É a chamada agricultura 4.0, baseada em maquinário automatizado, sistemas de gestão de insumos, controle e monitoramento da plantação e outras ferramentas a facilitarem o dia a dia dos agricultores. Com o uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas, o produtor rural torna-se capaz de gerenciar, à distância e em tempo real, sua propriedade e o desenvolvimento das lavouras. É a chamada agricultura 4.0, baseada em maquinário automatizado, sistemas de gestão de insumos, controle e monitoramento da plantação e outras ferramentas a facilitarem o dia a dia dos agricultores.

Monitoramento por satélite na gestão agrícola

O Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI – da sigla em inglês Normalized Difference Vegetation Index), cuja descoberta científica remonta a 1973, é uma das inovações mais populares utilizadas na agricultura de precisão. Trata-se de um processo tecnológico que permite a representação e a análise da condição da vegetação de uma determinada área ou região, sem necessidade do contato direto com ela, ou seja, as informações são coletadas remotamente. Dessa forma, suas aplicações na agricultura possibilitam gerenciar plantações, em larga escala, de forma padronizada, diminuindo as perdas e aumentando a produção.

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