O parlamentar ressaltou a importância de integrar os elos da cadeia produtiva ao meio ambiente e à matriz energética. “Precisamos nos reencontrar com o governo”, disse.
O Brasil precisa de aproximação com a administração pública e de segurança jurídica para o setor agropecuário, afirmou o vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), durante painel no Global Agrobusiness Festival (GAFFFF), nesta quinta-feira, em São Paulo. O parlamentar ressaltou a importância de integrar os elos da cadeia produtiva ao meio ambiente e à matriz energética. “Precisamos nos reencontrar com o governo”, disse.
O deputado citou avanços do setor na produção de energia limpa e na integração de bioinsumos com a proteção química e mencionou legislações recentes e o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) como forma de reduzir a dependência de importações. “O nosso etanol, o nosso biodiesel, biogás, biometano e vamos agora com muita força no combustível sustentável de aviação ou no biobunker marítimo para mostrar que segurança alimentar não tem risco com o nosso empenho na produção de biocombustíveis. Ao contrário, é uma sinergia que se estabelece”, afirmou.
Na avaliação do parlamentar, não há conflito de interesses entre diferentes escalas de produção agrícola no País. “Muitos tentaram criar um conflito ideológico entre agricultura familiar e agricultura de escala e aqui nós demonstramos que cada um tem o seu papel: a agricultura familiar, a agricultura de escala, o médio proprietário vivendo numa situação de harmonia e de convergência”, declarou.
Jardim também cobrou previsibilidade para atividades rurais e valorização do trabalho no campo. “Nós precisamos de segurança jurídica. Nós precisamos de um governo que olhe e valorize a questão do trabalho. Quando veta o plano de safristas que nós a duras penas construímos, isso não dialoga com a necessidade de trabalho, com a necessidade de avançar”, disse.
O parlamentar elogiou ainda a conduta do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, além da atuação de cooperativas, entidades do setor e instituições de crédito privado.
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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