A “carne” cultivada em laboratório possui vantagens que poderiam ajudar a alimentar uma parcela maior da população.
Sementes de plantas de cevada geneticamente modificadas estão sendo usadas em um processo que cria carne cultivada em laboratório. A pesquisa está sendo realizada na Islândia com mais de 100 mil plantas.
Uma proteína nas sementes, chamada de fator de crescimento, é colhida, moída e purificada antes de ser usada. Embora os primeiros fatores de crescimento tenham vindo de animais, espera-se que esse método de planta de cevada seja mais barato e escalonável e dependa cada vez menos de animais vivos.
Se os cientistas conseguirem produzir em larga escala, a carne cultivada em laboratório possui vantagens que poderiam ajudar a alimentar uma parcela maior da população.
- ALERTA: Previsão piora no Sul e chuva pode passar de 150 mm em apenas 12 horas; veja em quais regiões
- Brasil pode dividir cota de carne da China entre frigoríficos para evitar limite já em março
- Nova rival chega maior que a Strada e promete guerra contra o carro mais vendido do Brasil
- Geada castiga milho recém-plantado e já força replantio de lavouras no Sul
- Máquinas entram no campo e Brasil dá a largada para uma das maiores safras de sua história
“A população está aumentando e temos que alimentar todas as pessoas. Para isso não temos que matar todos esses animais, só temos que tirar a célula-tronco deles”, comenta Arna Runarsdottir, diretora de tecnologia de proteínas da ORF Genetics, em entrevista à rede britânica BBC.
Fonte: Istoé Dinheiro