Portugal aposta no setor biológico e quer ser protagonista na copa

A força de Cristiano Ronaldo nos campos e do Miura nos pastos: Portugal quer ser protagonista no cenário mundial; na Copa são sorteados para o Grupo H.

Portuguesa participa este ano de sua oitava edição de Copa do Mundo de Futebol. Foram duas as edições em que o país chegou às semifinais, sendo a melhor campanha portuguesa em 1966, quando a equipe comandada pelo craque Eusébio chegou em terceiro lugar. Em 2006 o selecionado português foi comandado por Luís Felipe Scolari, e liderado em campo pelos craques Figo e Cristiano Ronaldo, e ficou na quarta colocação.

Em 2010 os portugueses chegaram às oitavas-de-final do Mundial e, nas demais participações – 1986, 2002 e 2014 – não passou da primeira fase. Na última edição da Copa, a Seleção Portuguesa foi eliminada nas oitavas-de-final.

Este ano, os portugueses estão no Grupo H e têm como adversários Gana, Uruguai e Coreia do Sul. Para a equipe portuguesa, os jogos desta fase serão em Al Rayyan, Doha e Lusail.

Agronegócio

Em crescimento no setor da agricultura, Portugal aposta no setor biológico, sendo que, em 2018, o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, afirmou que “cerca de 270 mil hectares de agricultura biológica estão a ser cultivados”.

Raça miura

Os touros da raça Miura conseguem ser ainda mais bravos que os da raça Nelore. Os animais desta raça são mitológicos, profundamente admirados e respeitados pelos aficionados. Salvo da extinção, por conta das touradas, é hoje um importante símbolo ecológico e da proteção da biodiversidade.

touros da raca miura
Foto: Divulgação

A raça descende de um animal primitivo, que habitava em liberdade nos bosques de Europa, Ásia e África e enquadra-se na espécie Bos Taurus, que recebeu a denominação de Uro ou Auroque (Bos Primigenius).

Eram animais de comportamento agressivo e de grande estatura, sendo que a altura média dos machos rondava os 1,80 metros e teriam um peso em redor dos 1000 quilos. Apresentavam pelagem negra ou alaranjada, com uma lista clara sobre o lombo e uma grande encornadura, com os chifres de aproximadamente 80 centímetros.

Estes animais chegaram ao nosso continente proveniente da Mesopotâmia e Ásia Menor, em sucessivas migrações. Há autores que defendem que terá chegado à Península Ibérica, vindo do norte de África, através do estreito de Gibraltar.

No Brasil, registram-se alguns criadores da raça Miura. Há, ainda, registros de criadores que importaram animais na década de 90 no interior de São Paulo, visando usar a genética do animal para produzir touros de rodeio. Um caso de sucesso com a raça é o Recanto dos Miuras, em Ibirarema (SP), onde são selecionados animais para o rodeio brasileiro.

Alguns animais da Raça Miura também são criados na Fazenda Sant’Anna. Conforme os criadores, a ideia de criar a raça é puramente por prazer e admiração.

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