Produtores vão a falência se Governo não tomar atitude

Produtores vão a falência se Governo não tomar atitude

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Foto Divulgação

Produtores de leite da região Sul do país devem deixar a atividade após falta de políticas públicas e ações do Governo para ajudar na crise instalada, veja!

Os produtores do Rio Grande do Sul, grande bacia leiteira do país, estão desesperados com a atual situação, ou melhor, com a situação crítica e insustentável pela qual vivem. Infelizmente a seca prejudicou os pastos, produção de grãos e disponibilidade de água para consumo dos animais, atrelado a isso temos a alta dos insumos e o preço do leite que não segue o mesmo patamar de valorização. O resultado é uma crise que pode tirar muitas famílias da atividade caso o Governo continue de olhos fechados.

Anunciado pelo Compre Rural, em parceria com o Construindo Leite Brasil, grupo formado pelo produtores de leite que buscam por um reconhecimento e melhores condições para o uma das atividades mais importantes do país, produtores estão amargando margens de lucro negativas e vendo um cenário ainda mais caótico com o que vem mais a frente!

A #OAgroNaoPara está com os dias contados para milhares de famílias.

Até quando o Governo vai fechar os olhos e fingir que o produtor está bem? A #OAgroNaoPara está com os dias contados para milhares de famílias. Segundo informações levantadas, são contas atrasadas, insumos caros e produção de leite que decresce com menores condições de investimento.

Veja o depoimento do Construindo Leite Brasil

Produtores do RS, pedem socorro ao Governo do Estado e ao Governo Federal, pela grave crise que já está colocando milhares de famílias em desespero, não a mais como fazer de conta que o campo vai bem. Milhares de famílias iram a falência por falta de atenção ao setor. Não ha mais possibilidades de se buscar ações de minimização, os custos de produção não fecham com valor recebido pelo litro de leite.

Esses fatores levam ao acúmulo de dívidas, e esses estão crescendo. Sem saber mais qual alternativa buscar nós, coordenadores do CONSTRUINDO LEITE BRASIL, viemos a público demonstrar a sociedade que a grave crise pela estiagem e também da pandemia acabou de tornar a vida de quem produz alimentos mais difícil, pois já não estava nada fácil e agora piorou, causando um grande desespero a milhares de pessoas que sobrevivem da atividade leiteira.

Chega de tentar mitigar ou “tapar o sol com a peneira”, o produtor rural não quer “esmola” do governo. O que o campo precisa é de políticas públicas para se ter condições dignas de trabalho, tendo a garantia de um apoio das esferas públicas no âmbito das leis.

Vamos compartilhar, nos unir e mostrar a população e o Governo que a classe merece ser ouvida e atendida!

Cenário é desesperador, o mercado consumidor vai reduzir ainda mais, 52% das famílias atrasarão contas nos próximos meses, veja!

Com a deterioração das finanças das famílias causada pela pandemia de covid-19, pouco mais da metade – 52% – dos consumidores prevê que não conseguirá pagar as contas ou poderá arcar com apenas parte delas nos próximos meses, segundo pesquisa feita pela Boa Vista SCPC entre 7 e 13 de abril.

De acordo com o levantamento, a maioria – 56% – só tem fôlego financeiro para até dois meses. Outros 24% dos entrevistados têm capacidade para segurar as contas por mais de três meses. E 20% não sabem dizer até quando conseguem pagar os boletos.

A pesquisa ouviu 600 pessoas de todas as regiões do país e apontou que 80% já fizeram uma revisão no orçamento doméstico a fim de reduzir despesas.

O fato de mais de 40% dos trabalhadores estarem no mercado informal pode explicar o alto percentual de pessoas que preveem um orçamento mais apertado nos próximos meses. “Eles são deixaram de ter renda suficiente para os gastos do dia a dia”, diz Flavio Calife, economista da Boa Vista. Isso apesar do auxílio emergencial concedido pelo governo, de R$ 600 a R$ 1.200, dependendo do caso.

Desde que obrigou os governos a adotar medidas de isolamento social, a pandemia tem provocado desemprego e queda de rendaaumentando a dificuldade das famílias para manter as contas em dia. Não por acaso, o pessimismo do consumidor medida por diferentes instituições tem registrado níveis históricos. O índice calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 22 pontos em abril, para 58,2, menor nível desde 2005.

O principal compromisso financeiro dos consumidores são as compras parceladas, como cartão de crédito, carnê de loja e cheques pré-datados. Segundo a pesquisa, 49% têm esse tipo de dívida. Em seguida, com 27%, estão financiamentos, como crédito para veículo, imóvel, crédito pessoal ou consignado.

Num futuro próximo, 59% dos entrevistados acreditam que vão precisar de novos empréstimos para pagar as contas. Entre aqueles que não conseguirão manter as os pagamentos em dia, 83% vão precisar de crédito. E, se o atual cenário se prolongar, 34% dos que esperam manter as contas em dia precisarão recorrer a empréstimos, diz a pesquisa.

A principal modalidade citada pelos que preveem a necessidade de tomar crédito foi o empréstimo pessoal em bancos (21%), seguida do cartão de crédito (14%) e do empréstimo consignado (12%). Empréstimo cedidos por familiares e amigos foi mencionado por 16%.

A situação pode agravar o endividamento e o comprometimento de renda das famílias, que já vinha crescendo mesmo antes da pandemia.

De acordo com dados do Banco Central, o endividamento aumentou para o equivalente 45,5% da renda em fevereiro, dado mais recente disponível, ante 43,1% no mesmo período do ano passado. E cerca de 20% da renda era comprometida com o pagamento de dívidas, 0,6 ponto acima do índice de fevereiro de 2019.

Mas, ao menos em março, o efeito da pandemia foi de retração nas concessões de crédito para as famílias. Elas caíram 11,4% na comparação com fevereiro, considerando o dado com ajuste sazonal, de acordo com o BC. A autoridade monetária informou que houve redução nas concessões de crédito para compra de carro e menor uso do cartão de crédito à vista porque as pessoas podem estar adiando a compra de bens por causa da incerteza causada pela pandemia.

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