Simpósio discute importância do cavalo Mangalarga no Brasil

Simpósio da Raça Mangalarga 2023 falou sobre o mercado de cavalos no Brasil; Interior paulista é um dos maiores celeiros da equinocultura brasileira

Com mais de 5,7 milhões de cabeças, o Brasil tem o 4º maior plantel de cavalos do mundo. O Estado de São Paulo, se destaca na criação desses animais no país. De acordo com a Organização das Nações Unidas, estima-se que a indústria nacional do cavalo movimente R$ 30 bilhões por ano. Para falar sobre este mercado e as características de uma das principais raças equinas nacionais, a Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), promove o ‘Simpósio da Raça Mangalarga 2023’.

O encontro, que reuniu criadores, proprietários, competidores, profissionais e grandes nomes da Equinocultura brasileira, ocorreu neste sábado (18/03) e domingo (19/03), no Centro Hípico de Tatuí. “Debatemos o momento atual da Raça Mangalarga e o futuro da nossa criação. Em mesas de debates, que contaram com importantes especialistas do setor, discutiremos sobre Mercado, Função, Marcha e Morfologia”, destaca o presidente da Associação do Cavalo Mangalarga, Eduardo Rabinovich.

Mesas de debates do Simpósio Mangalarga

O tema Mercado foi debatido em uma mesa moderada por Fernando Tardioli, com duas apresentações. O professor Roberto Arruda, da ESALQ/USP, apresentou dados do ‘Agronegócio do Cavalo no Brasil‘ e o professor Aluísio Marins, da Universidade do Cavalo (Sorocaba/SP), discorreu sobre a relação entre ‘Mercado e Função dos Equinos‘. Em seguida, os componentes da mesa debateram sobre as especificidades da raça frente ao mercado, com a participação de Lucas Schiavi e João Paulo Fagundes.

O campeão brasileiro de Equitação de Trabalho, Jorge Eustáquio, demonstrou técnicas e debateu o tema ‘Função’, na mesa que foi moderada por Rodrigo Pedrosa Sampaio, e ainda contou com os integrantes Camila Glycério, Silvio Torquato e Guilherme Ferreira, jurado da Federação Equestre Internacional (FEI). Já para debater ‘Marcha’, foram apresentados animais montados e, posteriormente, formada mesa de debates, moderada por Eduardo França, com a participação de Alessandro Procópio, José Rodolfo, Renato Junqueira e Ricardo Urbano.

O tema ‘Morfologia’ foi discutido seguindo as mesmas diretrizes da Marcha, e moderado por Eduardo Silvestri Ribeiro, que esteve acompanhado pelos especialistas Adaldio José de Castilho, Marcelo Leite Vasco de Toledo, Benedito Carlos da Silva e José Roberto Pires de Campos Filho.

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