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Soja: saca da soja avança de R$ 160 para R$ 165 em Goiás

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Foto: Divulgação

Os preços no Brasil foram beneficiados pela alta inicial registrada na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira; Em alta no mercado brasileiro, saca da soja avança.

Os preços da soja voltaram a subir nesta sexta-feira, 16, nas principais praças do país. Em Rio Verde (GO), por exemplo, o valor da saca saltou de R$ 160 para R$ 165. Os ganhos iniciais em Chicago elevaram as pedidas. Quando os contratos futuros mudaram de direção, o mercado travou de vez e as cotações ficaram firmes, mas em patamares elevados.

Os produtores seguem esperando por chuvas de bom volume para poderem avançarem no trabalho de plantio.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 162 para R$ 164. Na região das Missões, a cotação também avançou de R$ 162 para R$ 164. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 160 para R$ 161.

Em Cascavel, no Paraná, o valor aumentou de em R$ 165 para R$ 167 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 153 para R$ 154.

Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 163 para R$ 165. Em Dourados (MS), a cotação seguiu em R$ 165,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Em dia de muita volatilidade, os negociadores preferiram encerrar a semana realizando lucros, apesar do cenário fundamental positivo.

A demanda pela soja americana segue intensa. Hoje, os exportadores privados negociaram mais 391,15 mil toneladas em duas operações para destinos não revelados, com entrega em 2020/21.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 2.631.300 toneladas na semana encerrada em 8 de outubro. A China liderou as importações, com 1.592.500 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1,5 milhão e 2,2 milhões de toneladas.

Na semana, o resultado foi negativo, com a posição novembro recuando 1,45%. Além da correção técnica, pesou sobre o mercado o clima de aversão ao risco no cenário financeiro, resultado dos temores sobre o impacto da segunda onda do coronavírus na Europa sobre a economia global.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 12,25 centavos de dólar por libra-peso ou 1,15% a US$ 10,50 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,50 por bushel, com perda de 11,75 centavos ou 1,10%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,60 ou 1,23% a US$ 367,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 32,99 centavos de dólar, baixa de 0,18 centavo ou 0,48%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,6450 para venda e a R$ 5,6430 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6000 e a máxima de R$ 5,6490. Na semana, o dólar subiu 2,1.

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