Apesar da recuperação dos preços dos ovos no último mês, as altas mais intensas do cereal e do derivado da oleaginosa entre julho e agosto pressionaram a relação de troca.
Menor disponibilidade de animais terminados, escalas de abate mais curtas e resistência dos pecuaristas sustentam a arroba; contratos futuros voltam a avançar e reforçam expectativa de preços firmes no último trimestre
As desvalorizações foram intensificadas pela enfraquecida demanda pela carne suína na ponta final do mercado, o que reduziu as compras de lotes de animais por parte da indústria.
Segundo o Cepea, depois de permanecer acima da paridade de exportação por sete meses consecutivos, o preço doméstico em agosto ficou, em média, 1,5% abaixo.
Agentes relataram dificuldade em repassar ao arroz beneficiado os reajustes observados na matéria-prima, o que reduziu o espaço para novas altas nas ofertas de compra.