Touro Chitãozinho é vendido por R$ 18,5 mil em leilão

Touro Chitãozinho é vendido por R$ 18,5 mil em leilão

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Foto: Nelore CV

Animal foi o mais caro do remate organizado por Carlos Viacava, que rendeu, ao todo, mais de R$ 3 milhões.

O touro Chitãozinho de CV foi o mais caro do 69º Leilão CV Nelore Mocho, realizado na Fazenda Santa Gina, em Presidente Epitácio (SP). O animal foi arrematado por R$ 18,5 mil pela Goya Agropecuária.

“Foi o mais caro porque era um dos melhores do leilão. Até poderia ser bem mais caro, mas o mercado é soberano”, afirma o proprietário da CV, Carlos Viacava.

Apesar do nome lembrar o cantor sertanejo, que faz dupla com Xororó, Viacava explica que o touro foi batizado em homenagem a um amigo. “O Chitão é nosso amigo e a filha dele fez aulas de rodeio aqui conosco no rancho CV. Por isso colocamos o nome. Touro bom com nome bom, para vender sêmen nas centrais tem que ter um nome legal”, diz ele.

O leilão foi realizado nos dias 29 e 30 de setembro e comercializou, ao todo, 533 animais para 79 criadores de 14 estados. O faturamento foi de R$ 3,26 milhões.

No primeiro dia, 288 touros foram arrematados por 57 compradores, com faturamento de R$ 2.053.700 e valor médio de R$ 7.103,99 por animal. No último dia, foram vendidas 245 fêmeas para 22 compradores, com média de R$ 4.945,71, totalizando R$ 1.211,700,00.

Foto: Nelore CV

Segundo os organizadores, o frete facilitado e o sistema de financiamento em dez meses (1 + 9 parcelas) contribuíram para a liquidez do leilão. De acordo com Carlos Viacava, a condição de pagamento mostrou-se muito apropriada e será mantida em futuros eventos.

Goya Agropecuária

A Goya Agropecuária e Comercial Ltda, é uma empresa do Grupo Wasmosy, tendo mais de 36 anos de seleção de Nelore Mocho no Paraguai, na Estância Santa Tereza e no Brasil, na Fazenda Santo Antonio no município de Bela Vista – MS.

A Goya, no Brasil, nasceu em uma viagem à Presidente Prudente, no ano de 1979, aonde o Ing. Juan Carlos Wasmosy, ainda Presidente da República do Paraguai, apaixonou ainda mais pelo Nelore Mocho, acompanhando de perto o trabalho dos criadores, Geraldo Ribeiro, Pratinha e Rui Terra.

Pois já havia começado o seu plantel no Paraguai, que a cada ano o parceiro Ovidio Miranda Brito, compartilhava de 300 novilhas do seu banco genético para formação do plantel da Estância Santa Tereza.

Assim, com influência dos amigos criadores brasileiros, resolveu então, cruzar fronteira, e iniciar a saga do Los Mochos Blancos de Goya, no Brasil.

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