Ratinho encerrou a criação de gado de corte no Paraná após sofrer prejuízos recorrentes com roubo de animais, conforme revelou ao portal Compre Rural.
O comunicador redesenhou seus investimentos agropecuários para proteger seu patrimônio, substituindo a pecuária por culturas de maior rentabilidade.
O fim da atividade não resultou de dificuldades financeiras, mas da ação contínua de criminosos que invadiam as fazendas para abater o gado nos pastos, levar a carne e deixar apenas carcaças.
Diante dos roubos e da impunidade no campo, Ratinho optou por vender todo o rebanho e encerrar a pecuária.
Café e reflorestamento como novo foco de Ratinho
Mesmo sem gado nas pastagens, o apresentador continua como latifundiário e produtor rural no Paraná.
Suas propriedades foram redirecionadas para culturas agrícolas de alto rendimento, administradas de forma automatizada.
A mudança reduz a dependência da criação animal. O principal pilar do império agrícola de Ratinho passou a ser a produção em larga escala de café de alta qualidade.
Ratinho também investiu em reflorestamento com eucalipto e pínus para a indústria de madeira e celulose.
Suas fazendas contam com equipamentos modernos, usinas de processamento e infraestrutura logística própria para distribuir as colheitas.
Refúgio e rentabilidade no interior
Para Ratinho, as propriedades mantidas no Paraná equilibram a lucratividade dos negócios e a qualidade de vida pessoal.
O comunicador frequenta suas fazendas nos fins de semana e nos períodos de folga das gravações do SBT.
Aproveitando o ambiente rural para descansar ao lado dos filhos e netos.
Com negócios que abrangem desde o agronegócio até redes de rádio e televisão, o grupo liderado pelo apresentador movimenta cifras milionárias anualmente.
A mudança estratégica do pasto para a lavoura transformou suas fazendas em empreendimentos produtivos e em refúgio particular.













