Balões Wi-Fi do Google estão caindo em fazendas pelo Brasil

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Balões do Google com internet 4G estão caindo em fazendas
Foto: BNC Notícias

Supostos balões satélite do Google responsável por levar internet 4G estão caindo em propriedades rurais pelo país; entenda como funciona o projeto

Pelo menos três balões do Google que levam internet 4G caíram recentemente no Brasil, o último caso aconteceu na Fazenda Marajoara, em Anaurilândia, cidade fica ao sul do Mato Grosso do Sul. Menos de uma semana depois de um caso em uma fazenda em Paraíso das Águas, segundo relatos do proprietário, o equipamento é da Google. A Polícia foi acionada, assim como técnicos de Costa Rica. Segundo informações, o satélite foi encontrado no chão, quebrado, na fazenda Marechal Rondon, que fica a 15 quilômetros do perímetro urbano da cidade. Funcionários da propriedade registraram o objeto com fotos.

Há um ano, um balão satélite parecido com este, caiu em uma propriedade entre as cidades de Quaraí e Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Na época, a suspeita é de que se tratava de um equipamento do Google. Segundo a empresa, o balão é como se fosse uma torre de celular conectada a um balão, que se move com correntes de vento a 20 quilômetros de altura para levar internet via rede 4G LTE para as pessoas.

Foto: BNC Notícias

O balão faz parte do projeto Loon, do Google, e que está sendo testado no Brasil. O equipamento realizava mapeamento da região e o Loon consiste na criação de um sistema de balões que consegue fornecer melhor conectividade à internet para pessoas e áreas sem conexão à web em todo o mundo.

Foto: Divulgação

Como funciona

De acordo com a empresa Loon, uma vez lançados ao céu, os balões navegam até o local desejado, passando por diferentes correntes de vento. Ao chegar em uma área que necessita de cobertura, um sinal de internet sem fio é transmitido aos telefones dos usuários que estão embaixo. Considerando que os balões voam em alta altitude, eles podem proporcionar uma área de conectividade até 30 vezes maior que as torres de celular convencionais.

Quando os balões completam seu ciclo no ar, o gás helio utilizado é liberado e um para-quedas é acionado para garantir uma descida lenta até a terra. Conforme a empresa, os balões “não caem”, já que cada aterrissagem é planejada e controlada. Uma vez que o balão aterrissa, uma equipe de recuperação local se aproximará para recolher o balão e os equipamentos.

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