Banco do Brasil quer ampliar negócios “fora da porteira”

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foi o que disse, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Luiz Bellinetti Naegele, durante a apresentação ao vivo do plano de negócios para investidores.

Principal agente financeiro da agropecuária brasileira, o Banco do Brasil planeja ampliar seus negócios “fora da porteira”. Está nos planos da instituição ampliar a participação em negócios com segmentos da agroindústria, de um lado, e com a cadeia produtiva de insumos, de outro,

Foi o que disse, nesta segunda-feira (4/10), o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Luiz Bellinetti Naegele, durante a apresentação ao vivo do plano de negócios para investidores, no que foi chamado de BB Day.

De acordo com o executivo, a atuação do banco será feita em três frentes. A primeira é a liberação de mais financiamentos por meio do Plano Safra, seja com recursos próprios, seja com os controlados (com taxas equalizadas pelo Tesouro Nacional) ou via mercado financeiro, a segunda é a ampliação do que ele chama de “ecossistema digital” do banco. E a terceira frente de atuação, a simplificação do atendimento desde o pequeno produtor até as grandes cooperativas.

“O BB caminha para ser o principal ecossistema digital do agro”, disse Naegele, destacando que o banco já lanç o aplicativo Agrobot, um consultor virtual com inteligência artificial que ajuda o produtor a escolher os melhores caminhos para uma melhor gestão de plantio, colheita e comercialização de soja, milho, trigo, café, arroz e algodão.

De julho a setembro, o Banco do Brasil desembolsou R $ 46 bilhões dos R $ 135 bilhões anunciados neste ano, no maior Plano Safra de sua história, de acordo com os executivos do banco. 

Naegele destacou que a carteira do agro do BB soma R $ 206 bilhões, sendo R $ 102,5 bilhões de operações a negócios sustentáveis, número que deve crescer nos próximos anos. “Dos dez compromissos para um mundo mais sustentável, lançados neste ano pelo banco, cinco estão ligados ao segmento agro.”

Segundo o executivo, a chegada de mais concorrente para financiamento no agro é ótima porque a demanda por crédito é exponencial. O banco é líder de mercado sem segmento, com mais de 54% de participação.

Fonte: Globo Rural

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