Seguindo a tendência de alta o mercado do boi gordo apresentou nova máxima na praça de São Paulo, onde preço da arroba bate R$ 220. Veja!
O mercado físico do boi gordo com tendência de alta, repetindo o movimento observado nas semanas anteriores. Durante o dia de hoje, os frigoríficos estão correndo atrás do boi gordo, buscando garantir as escalas de abate e, principalmente, para garantir os volumes da demanda chinesa pela carne brasileira.
De qualquer maneira, diante da atual enorme escassez de animais terminados no País, a arroba segue firme nas principais praças pecuárias. Frigoríficos com destino ao mercado interno acabaram ofertando melhores preços na última semana, o que forçou os frigoríficos com destino a exportação aumentar os valores ofertados neste momento.
Segundo as informações dos pecuaristas no app da Agrobrazil, os pecuaristas de São Paulo estão recebendo mais pela arroba, para a boiada com padrão China. Negócios estão sendo concretizados acima do valor de referência do mercado, que é de R$ 215. Ao que tudo indica, o preço parece buscar um novo teto com a forte pressão de menor oferta de boi gordo no mercado.
Um novo recorde de preço foi alcançado na manhã de hoje, onde pecuarista vendeu seus animais, na região de Ribeirão do Índios/SP, o preço informado foi de R$ 220/@ com pagamento à vista e abate para o dia 30 de junho. Confira as informações completas dessa negociação na imagem abaixo.
Para boiada com padrão China, em outras negociações, os pecuaristas de Minas Gerais, em Campina Verde, informaram preços de R$ 210/@ com 30 dias de prazo e abate para o dia 29 de junho, animais acima de 4 dentes com desconto de R$5/@. Já em São Paulo, em Riolândia, o preço foi de R$ 215/@ com prazo de 7 dias e abate para o dia 25 de junho. 
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Segundo a Scot Consultoria
Em São Paulo, o cenário foi de estabilidade no mercado do boi gordo na última segunda-feira (22/6), frente à última sexta-feira (19/6).
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$208,00, bruto e à vista, R$207,50, livre de Senar, à vista, e em R$205,00, descontados os impostos (Senar e Funrural).
Para o “boi China”, até quatro dentes, os negócios ocorreram em até R$215,00/@.
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O restabelecimento gradual do comércio fomenta um melhor consumo de carne bovina, o que contribui com o cenário de preços firmes diante da baixa oferta de bovinos terminados. Mas, cabe atenção a um possível revés nesse quadro em função do agravamento da pandemia causada pelo covid-19 em algumas regiões.
Quanto ao mercado externo, chama a atenção os cuidados para as medidas de controle do vírus nos frigoríficos, com os chineses rigorosos nesse aspecto.