Mercado do milho monitora o clima na América do Sul

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fim da colheita de milho
Foto: Raquel Wedmann

Indefinições sobre a 2ª safra de milho no Brasil e safra de milho na Argentina estabiliza preços na CBOT; Confira as informações abaixo!

No mercado interno o milho seguiu em trajetória de alta ultrapassando o valor de R$ 88,00/sc em Campinas/SP, com poucos negócios e aguardando melhores sinais do lado da oferta. Na B3 o contrato de maio/21 fechou acima de R$ 94,00/sc, com valorização de 3,65% em relação à quarta-feira.

As cotações do cereal na Bolsa de Chicago encerraram os vencimentos em campos mistos após o relatório semanal de exportação do USDA vir abaixo das expectativas dos agentes, mas o clima na América do Sul mantém a atenção do mercado para a definição das safras na Argentina e Brasil. O contrato para maio/21, mais negociado atualmente, registrou queda de 0,51% ficando cotado a US$ 5,33/bu.

Boi Gordo

Como já esperado, o mercado atacadista encerrou a quinta-feira em cenário positivo. O preço da carcaça casada bovina registrou valorização de R$ 0,60/kg, ficando cotada a R$ 18,60/kg.

A expectativa era de uma movimentação maior, porém as novas medidas restritivas adotadas pelos governos em grande parte do país geraram um clima de incerteza nos atacadistas. A queda de braço continua, e um cenário mais “claro” pode surgir a partir da próxima semana.

No físico as cotações do boi gordo se mantiveram firmes, mesmo com a expectativa de chegada dos animais de pasto. Os preços do animal flutuaram entre os R$ 300,00/@ e R$ 310,00/@ em São Paulo.

Na B3 os contratos com vencimento para março/21 encerraram a quinta-feira cotados a R$ 308,00/@. Os futuros de maio/21 sofreram leve desvalorização de 0,33%, ficando cotado a R$ 299,20/@ .

Soja

O problema com a regularização da colheita e consequente oferta de soja, seja para esmagamento ou exportação, segue sustentando o indicador Paranaguá/PR acima dos R$ 170,00/sc. Previsões do INMET indicam que as chuvas devem continuar na próxima semana, mas com menor intensidade e podendo trazer o indicador da oleaginosa para níveis abaixo do atual.

No mercado internacional as cotações da oleaginosa voltaram a registrar ganhos após divulgação do relatório semanal de exportações do USDA, o programa norte-americano atingiu cerca de 97% do volume previsto e ainda segue com demanda por parte dos compradores. O vencimento para maio/21 registrou alta de 0,21%, fechando o dia cotado a US$ 14,11/bu

Fonte: Agrifatto

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