Milho some da praça e preços devem disparar

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Foto: Divulgação

Mercado do milho trava a oferta esperando novas informações com colheita. Já na B3, os futuros passaram por uma correção e o vencimento mar/22 ficou avaliado em R$ 99,32/sc, queda diária de 0,68%.

A queda de braço no mercado físico do milho se intensifica, vendedores enxergam um cenário de preços favoráveis no futuro e optam por reter o grão. Com isso, os preços seguem firmes e em Campinas/SP onde a saca do cereal é comercializada na casa dos R$ 98,00/sc. Já na B3, os futuros passaram por uma correção e o vencimento mar/22 ficou avaliado em R$ 99,32/sc, queda diária de 0,68%.

Em Chicago, os contratos futuros de milho fecharam a quinta-feira próximo a estabilidade após acumular altas das últimas sessões, o aumento dos estoques do etanol nos EUA foi equilibrado pelas expectativas com a produção na Argentina. O vencimento mar/22 ficou avaliado em US$ 6,11/bu, ligeiro avanço de 0,08%.

Boi gordo

A chegada do dólar aos R$ 5,40 levanta o sinal de alerta até mesmo para os frigoríficos que estão focados na comercialização com a China, considerando a precificação atual e esse dólar temos o maior preço em dólares para o boi gordo dos últimos seis meses, com o animal valendo em torno de US$ 62,70/@.

Já na B3, o vencimento para fev/22 já detêm mais liquidez e encerrou o dia cotado a R$ 337,90/@, desvalorizando -0,52% no comparativo diário. 

Conforme era esperado, o mercado atacadista apresentou reajustes negativos nesta quinta-feira sobre as cotações dos cortes bovinos comercializado. A carcaça casada bovina, fechou o dia cotada a R$ 19,50/kg, recuando R$ 1,00/kg frente a precificação da semana passada, sinal de que mesmo a oferta de mercadorias sendo reduzida, a demanda interna não está demonstrando interesse em adquirir esse nível de oferta.

Soja

Influenciada pela alta em Chicago e nos prêmios de exportação, os preços da soja valorizam nas principais praças brasileiras, sendo negociada na média dos R$ 179,00/sc em Paranaguá/PR.

Na CBOT, os contratos futuros da oleaginosa avançaram puxadas principalmente pelo óleo de soja, que avançou mais de 3% devido a alta do petróleo. O vencimento mar/22 fechou o dia em US$ 14,26/bu, uma alta de 2,48%.

Fonte: Agrifatto

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