Soja busca máximas

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duas colheitadeiras descarregando soja no caminhao
Foto: Fazendas Milanesi Buriti

Com a moeda norte-americana flertando com os R$ 5,80 e colheita atrasada, soja bate recorde em período de safra. Confira!

O mercado de soja brasileiro seguiu sem grandes novidades nas negociações físicas, o indicador da oleaginosa em Paranaguá/PR se mantêm acima dos R$ 170,00/sc, sustentado pela dificuldade de andamento na colheita em todo o país e pelo dólar, que renovou sua máxima de 2021 na quarta-feira. 

Nos EUA, o preço da oleaginosa encerrou o pregão na CBOT com leve desvalorização nos contratos futuros, mas mantendo o patamar de US$ 14,00/bu.

As preocupações com o vigor do crescimento da demanda chinesa por grãos e o receio com o relatório semanal de vendas do USDA, que será divulgado hoje, justificaram a ligeira queda em Chicago.

Boi Gordo

om um volume de vendas um pouco melhor que nas últimas semanas, o preço da carcaça bovina no mercado interno atacadista se mantém firme e abre a quinta-feira (dia de negociação) com perspectiva de evolução. Com o recebimento de salários e a melhora do fluxo de vendas, a quinta-feira será movimentada no mercado atacadista, com os frigoríficos forçando um aumento da carcaça bovina para os atacadistas.

De olho no dólar, as cotações do boi gordo na B3 encerraram a quarta-feira em clima altista. O preço do animal para março/21 ficou cotado a R$ 308,55/@, tendo um avanço de 1,03%. O contrato futuro para maio/21 valorizou incríveis 0,86 %, finalizando o dia cotado a R$ 300,20/@.

O mercado físico dita a força e o ritmo de alta nas negociações futuras, e com a oferta ainda escassa, a pressão sobre a cotação do boi gordo continua.

Milho

Seguindo a valorização do dólar sobre o real e a oferta escassa, o milho teve mais um dia de alta na B3 com o vencimento para maio/21 encerrando em R$ 91,01/sc, variando positivamente 2,38%. No mercado físico, a referência para negócios em São Paulo buscou os R$ 86,50/sc, com os vendedores cada vez mais se ausentando do mercado.

Na bolsa de Chicago, as cotações fecharam o dia com desvalorizações, em um movimento de realização de lucros após as altas registradas na semana e também por conta da notícia de que os casos de Peste Suína Africana estão crescendo na China e colocam a demanda do gigante asiático em especulação. O vencimento para maio/21 na CBOT fechou o dia com queda de 1,79%, ficando cotado a US$ 5,35/bu

Fonte: Agrifatto

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