De acordo com o Centro de Pesquisas, os portos que escoam grãos pelo Mar Negro e pelo Mar de Azov estão praticamente paralisados, reduzindo a disponibilidade global.
Interrupções em portos e rotas marítimas reduzem a previsibilidade das exportações de Rússia e Ucrânia, pressionam cotações e levam grandes importadores a buscar trigo em outros mercados
Entidade do setor afirma que a escalada no Mar Negro ameaça rotas estratégicas, pode reduzir a oferta de trigo e pressionar mercados dependentes das importações.
Navio com milho foi atingido por mísseis próximo ao porto de Odessa, na Ucrânia, deixando dez mortos e elevando as preocupações sobre a segurança das exportações pelo Mar Negro.
O Ukrstat informou que, em 1º de setembro, a colheita de trigo na Ucrânia totalizava 23,1 milhões de t em 5,1 milhões de hectares (98% da área) com um rendimento médio de 4,55 t/ha.
Demanda internacional vem sendo impulsionada por dificuldades logísticas enfrentadas no Mar Negro e pela redução na produção da União Europeia, devido à seca.