75% dos Top 20 touros do Geneplus são da Genética Aditiva

75% dos Top 20 touros do Geneplus são da Genética Aditiva

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Genética Aditiva, trabalho sério e criterioso em melhoramento e seleção
Foto: Divulgação

15 dos 20 primeiros colocados do Sumário Geneplus são da Genética Aditiva, Caldonegro segue na liderança do ranking.

Ferramenta estratégica para a oferta de dados e informações cruciais para o produtor rural, o Sumário Geneplus acaba de divulgar os seus resultados da edição 2018. Dos 20 primeiros colocados que estão em centrais, 15 são da Genética Aditiva, entre touros e machos promissores da pecuária nacional.

Líder absoluto do Sumário do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) da ABCZ no ranking 2018/1, REM Caldonegro também continua como primeiro colocado do Sumário Geneplus. Com Índice de Qualificação Genética (IQG) de 58,38 e 98 filhos que contribuíram para a avaliação, Caldonegro é seguido de perto por REM DHEEF, o segundo colocado, com IQG de 57,12 e 26 filhos provados.

Segundo Luiz Otávio Campos da Silva, pesquisador da Embrapa Gado de Corte que participou da análise e da implementação do Sumário Geneplus, outro animal que também chama a atenção por seus números é o REM Armador, 4º colocado, com IQG de 51,39 e 1.247 filhos avaliados. “O Armador é um colosso de touro”, elogia.

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O pesquisador da Embrapa Gado de Corte Roberto Torres, que também participou da elaboração do Sumário, explica que o ranking tem duas funções principais: auxiliar na escolha de animais para reprodução, sejam matrizes, touros jovens ou provados, e documentar o trabalho que cada rebanho faz de melhoramento efetivamente, optando por animais de melhor avaliação, apostando em touros jovens e descobrindo material genético de alta qualidade com base na utilização dos destaques da safra. “E a Genética Aditiva é um exemplo para as pessoas que acreditam em melhoramento, tem postura agressiva de utilização de reprodutores de alta avaliação e, principalmente, de touros jovens, que é justamente o que a gente preconiza como forma de acelerar o ganho genético. Em função disso, seu rebanho evolui em uma velocidade que se destaca entre os diversos criadores, o que faz com que a contribuição dos seus animais dentre os touros de destaque do sumário seja tão alta”, enfatiza.

Sobre os animais melhor ranqueados, Roberto Torres explica os critérios utilizados para a elaboração do sumário: “Para o rebanho de produção, são avaliados os caracteres produtivos relacionados à lucratividade do pecuarista de corte. Em função disso, os animais que estão bem classificados no sumário serão, na nossa expectativa, os animais que vão ajudar o produtor de carne a ter maior eficiência e lucratividade. Com relação aos rebanhos de seleção, se o selecionador quer oferecer ao mercado animais de excelente produtividade, também deve buscar utilizar os touros de destaque do sumário, com a ressalva de procurar a diversificação do material genético para evitar o uso de indivíduos muito aparentados entre si, evitando, assim, o comprometimento de ganho genético”.

A variabilidade genética também é citada pelo pesquisador Luiz Otávio como essencial para a seleção. “A Genética Aditiva começou a pensar em melhoramento na década de 80, a coletar os dados e usá-los para avaliar a produção do seu rebanho, considerando os índices de desempenho para características economicamente importantes. Utilizando sempre touros bem avaliados, o rebanho da Genética Aditiva galgou patamares importantes. E, nesse ritmo, vai continuar a ter e a oferecer touros importantes para a pecuária nacional.”

Cynthia Vieira, gerente comercial da Genética Aditiva
Cynthia Vieira, gerente comercial da Genética Aditiva / Foto: Divulgação

“Esses resultados refletem o trabalho sério e criterioso da Genética Aditiva em melhoramento e seleção. Conquistamos essa colocação graças à confiança dos produtores em nosso rebanho”, fala Cynthia Vieira, gerente comercial da empresa.

“Para uma fazenda, o mais importante não é saber onde ela está, mas como ela está e para onde vai. E a Genética Aditiva sabe muito bem”, ressalta Luiz Otávio.

“O rebanho da Genética Aditiva é diferenciado e tem muito a oferecer à raça Nelore e à pecuária brasileira”, finaliza Roberto Torres.

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