Ex-vegana vira caçadora e causa revolta

Ex-vegana vira caçadora e causa revolta

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Reprodução/Instagram/@rachelcarriehunting

A inglesa Rachel Carrie conta que caçar diminui o desperdício de comida e não é uma crueldade: ‘O animal nem sabe que estou lá’. Veja as imagens!

Rachel Carrie tem 35 anos e causou revolta com seu Instagram, ao exibir uma série de publicações onde aparece caçando vários animais selvagens. Segundo ela, par alimentar a própria família.

Rachel é ex-vegana e se descreve como uma “adoradora da vida selvagem” em seu perfil. Como também é fã de caçada, dá pra perceber que o amor dela por animais não é dos maiores.

Ano passado ela matou e cozinhou 125 pombos. Além disso, tornou 40 patos sua refeição. E 80 faisões. Segundo registros, ela caça com o consentimento da região onde vive: Yorkshire, no nordeste do Reino Unido.

Ela afirma que seu filho é grande fã de carne de caça, incluindo animais raros na região (embora não em risco de serem extintos). O menino come animais caçados desde os 4 anos de idade, segundo Rachel.

Quando criança e adolescente ela era vegana. E afirma que cuidou de diversos animais selvagens quando mais jovem. “Meu amor pelos animais permanece”, afirma Rachel em entrevista ao tabloide The Sun.

Reprodução/Instagram/@rachelcarriehunting
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Isso não explica porque seu gosto pela caça é tão intenso. “Nós não somos o inimigo”, afirmou ela, em relação aos caçadores. “Veganos deveriam me considerar uma aliada”, completa. Ela não explica o motivo exato disso.

Seu gosto pela caça surgiu quando seu pai adquiriu um falcão Harris. O animal não perde um voo: quando decola, ele caça pequenos mamíferos, insetos e roedores.

Reprodução/Instagram/@rachelcarriehunting

“Eu não comeria carne ou carne comprada em lojas ou frango, mas eu ficaria feliz em sentar e comer guisado de coelho”, diz ela, sobre o momento em que começou a querer caçar carne.

Ela afirma que não sente qualquer culpa do que faz. “Você dá um tiro limpo direto no coração e esse animal nunca soube que você estava lá”, afirma. (Falando assim, parece até bonito, sem a carga hedionda do assassinato).

Reprodução/Instagram/@rachelcarriehunting

Ela ainda faz comparações com a indústria da carne. “Não sofreu, não ficou com medo. Não foi transportado quilômetros e quilômetros até um matadouro”, completa. “Quando você passa o dia inteiro procurando comida, a última coisa que você quer fazer é desperdiçar alguma coisa”, diz ela.

Segundo Rachel, o desperdício de comida diminuiu muito na família após o período de caça começar. Apesar de todas as justificativas, Carrie continua não sendo a preferida dos direitos dos animais.

Reprodução/Instagram/@rachelcarriehunting
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