O Agro invadiu Brasília e cobra mudanças; Vídeos!

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@razzeraexpressoboiadeiro

Um dia para entrar para história da Nação Verde e Amarela, o Agro está “invadindo” Brasília e se une para cobrar mudanças na condução do país!

De acordo com estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal, 100 mil pessoas devem participar dos atos na região central de Brasília. A maior parte, pessoas que vem de outras cidades e estados brasileiros. O Agronegócio brasileiro segue unido rumo ao Planalto em busca de mudanças e, alguns grupos, apoiam o Presidente Bolsonaro, que também participará das manifestações e carreata!

Nas redes sociais, grupos de produtores rurais tem postado fotos antes de começar a viagem rumo à Brasília para participar das manifestações. Segundo as informações, grande movimentação já teve início nesta segunda-feira e já furaram bloqueios e seguem rumo a uma mudança histórica da nação!

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro furaram um bloqueio da polícia militar e invadiram a Esplanada dos Ministérios em Brasília nesta segunda-feira (6). O esquema de segurança do governo do Distrito Federal não permitia a entrada de veículos no local.

A Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que seria fechada às zero hora desta terça-feira, 7, teve que ser fechada já nesta segunda por conta da movimentação de pessoas.

Caminhoneiros e demais manifestantes estavam parados na altura da rodoviária, quando, por volta das 20h pressionaram policiais para ultrapassar o bloqueio e conseguir acesso. Grades de segurança que estavam ao longo da via foram retiradas pelo grupo.

Por volta das 22h50, manifestantes e caminhões estavam na altura do palácio do Itamaraty, nas proximidades do Congresso Nacional. Policiais impediam a passagem para que o grupo não chegasse à Praça dos Três Poderes.

Os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro estão em Brasília para participar de um ato de 7 de setembro, convocado pelo próprio presidente.

Veja os vídeos com o momento que é furado o bloqueio

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, 16 grupos se cadastraram no órgão para participar de manifestações públicas. A divisão dos grupos foi feita entre os que são contra o governo e os que são a favor.

Produtores rurais de Nova Mutum, no Mato Grosso. Foto: Arquivo Pessoal

Nesta terça-feira, 14 grupos favoráveis vão se reunir na Esplanada dos Ministérios. Eles poderão transitar entre a Biblioteca Municipal e a rua acima do Congresso Nacional. Os prédios públicos estarão fechados e não poderão ser acessados por carros ou pedestres. Já os grupos contrários ao governo vão se reunir na Torre de TV, localizada a cerca de 3 quilômetros da Esplanada.

Ao todo, 3 mil policiais militares vão atuar na segurança, inclusive revistando manifestantes.

O presidente Jair Bolsonaro e alguns ministros devem participar da manifestação na Esplanada. A chegada de Bolsonaro está agendada para às 10 horas da manhã. Na sequência, o presidente deve viajar até São Paulo, onde discursa para manifestantes na avenida Paulista.

De acordo com a Polícia Militar houve invasão, mas a situação está contornada.

Ato cobra mudanças de postura do STF

Preocupado com as manifestações previstas para esta terça-feira, 7, o Supremo Tribunal Federal reforçou a segurança de seus dez ministros – a cadeira de Marco Aurélio Mello, que se aposentou em julho, permanece vaga.

A corte é alvo recorrente dos aliados radicais do presidente Jair Bolsonaro, sendo que dois de seus integrantes, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, são considerados desafetos pelo chefe do Executivo.

A corte fechou as portas na véspera do feriado para “facilitar os preparativos de segurança”. A escolta nas instalações do tribunal será reforçada por agentes das forças de Segurança Pública do governo do Distrito Federal, a entrada de visitantes no prédio ficará proibida e a Praça dos Três Poderes, onde fica a sede do STF, estará fechada.

No fim de semana anterior às manifestações, Bolsonaro voltou, mais uma vez, a subir o tom contra o STF, em especial contra os ministro Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. O presidente afirmou que os atos marcados para o dia 7 serão um “ultimato para duas pessoas”, em referência aos magistrados.

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