Polícia mata três ladrões de gado e impedem roubo; Vídeo

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Foto Divulgação.

A polícia interceptou um roubo de gado e, ao chegar, foi recebido a tiros, onde reagiram e conseguiram matar três dos quatro ladrões de gado na fazenda!

Três homens morreram e um quarto ficou ferido após serem pegos atacando rebanhos na região de Porto Almeirim, no Baixo Amazonas. De acordo com informações, o grupo armado teria sido morto em uma fazenda no Rio Aquiqui, área rural de Porto de Moz, na fronteira com Almeirim, após ser flagrado furtando três cabeças de gado na última quarta-feira, 10.

As ondas de roubos de gado tem crescido no campo, com a atuação de quadrilhas que são atraídas pelos preços em alta dos animais. Além disso, temos o problema relacionado ao contingente policial disponível e as facilidades com que conseguem fugir pelas estradas vicinais.

Três suspeitos teriam morrido no local onde o conflito aconteceu, o outro homem foi socorrido por ribeirinhos e levado para Almeirim. A área onde houve a troca de tiros fica na divisa dos dois municípios, muitos produtores criam rebanho nessas áreas e estariam sendo alvos constantes de roubos.

O grupo estaria agindo na região há vários meses. Ribeirinhos afirmam que vários produtores tiveram prejuízo, e muitos começaram a se armar para garantir a própria proteção. 

A Polícia Militar informou que ainda não há informações sobre essas mortes, e sobre o suposto roubo de cabeças de gado na região.

Investigado pelo furto de 72 cabeças de gado em Goiás é preso no TO

Um caseiro investigado pelo furto de 72 cabeças de gado em uma propriedade rural de Petrolina, no interior de Goiás, foi preso em Figueirópolis/TO, na última quarta-feira (10). Ele é apontado como responsável pela venda de animais sem a autorização do dono do rebanho, com quem trabalhou por mais de um ano.

Imagens de outro roubo de gado que acabou com a morte dos bandidos

De acordo com as investigações, Joelson Sousa dos Santos conquistou a confiança do dono da propriedade no período em que trabalhou na fazenda e, durante a pandemia, passou a vender bezerros com a ciência do patrão. No entanto, com o objetivo de pagar um carro, o funcionário teria passado a vender ainda vacas e novilhas, como se autorizado fosse, sem o conhecimento do patrão e subtraindo os valores auferidos. Para os compradores, dizia que agia com autorização do proprietário.

Sob o argumento de que fora contratado para trabalhar em outra propriedade rural, Joelson pediu as contas, deixando a fazenda antes do prazo avençado, sem fazer a contagem do gado na presença do patrão. Embora tenha dito que seu destino era o município de Água Boa/MT, sua prisão aconteceu em Figueiropólis, município tocantinense, em uma propriedade rural em que trabalhava.

A investigação apontou que os animais subtraídos foram vendidos a terceiro (de boa fé) e posteriormente abatidos.

A divulgação da imagem e identificação do preso foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho da Delegada Titular desta unidade, nº 03 DERCR/DGPC- 13550, especialmente porque visa a identificação de eventuais crimes outros cometidos pelo investigado, bem como surgimento de novas testemunhas e elementos informativos.

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