Preço do milho segue sustentado pelo ritmo lento da colheita

Preço do milho segue sustentado pelo ritmo lento da colheita

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Foto Divulgação

Preço do milho no Brasil segue sustentado pelo ritmo lento da colheita. Chicago mantém atenção ao clima dos EUA.

A quarta-feira (08) chega ao final com os preços do milho praticamente sem movimentações no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado não foram percebidas desvalorizações. Já as valorizações apareceram apenas nas praças de Cândido Mota/SP (1,15% e preço de R$ 44,00) e Oeste da Bahia (1,35% e preço de R$ 37,50).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, o mercado físico do milho iniciou a semana com firmeza na maioria das praças produtoras do Centro-Sul. “Outro ponto que vale destaque, é o relatório da CONAB aponta uma oferta e demanda ajustada para o cereal na safra 20/21. Em Campinas-SP, as referências giram ao redor de R$50/sc, CIF, 30d”.

Os preços médios da saca do cereal subiram em Goiás e em Mato Grosso do Sul, de acordo com os últimos boletins divulgados pelo Ifag (Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás) e pela A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul).

B3

Os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) operaram em campo misto nesta quarta-feira. As principais cotações registravam flutuações entre 0,78% negativo e 0,50% positivo por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 50,34 com ganho de 0,20%, o setembro/20 valia R$ 47,79 com elevação de 0,04%, o novembro/20 era negociado por R$ 49,40 com perda de 0,78% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 50,70 com valorização de 0,50%.

Para a Safras & Mercado, o mercado brasileiro de milho deve manter um quadro de firmeza nos preços, em meio ao ritmo lento da colheita da safrinha. “A queda do dólar frente ao real, contudo, deve limitar o ritmo de negócios”.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro operaram durante todo o dia em queda, mas encerram a quarta-feira subindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 1,25 e 3,25 pontos ao final do dia.

O vencimento julho/20 foi cotado à US$ 3,48 com valorização de 3,25 pontos, o setembro/20 valeu US$ 3,46 com elevação de 2,75 pontos, o dezembro/20 foi negociado por US$ 3,54 com alta de 1,75 pontos e o março/21 teve valor de R$ 3,64 com ganho de 1,25 pontos.

Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 0,87% para o julho/20, de 0,87% para o setembro/20, de 0,57% para o dezembro/20 e de 0,28% para o março/20.

Segundo informações da Agência Reuters, o milho subiu na CBOT depois de atingir o menor nível em uma semana.

“Os traders de milho e soja estão de olho no clima da safra norte-americana quanto a sinais de condições estressantes, depois que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na semana passada estimou plantios menores do que os analistas esperavam”, diz Tom Polansek da Reuters Chicago.

Já as valorizações apareceram apenas nas praças de Cândido Mota/SP (1,15% e preço de R$ 44,00) e Oeste da Bahia (1,35% e preço de R$ 37,50).

Fonte: Notícias Agrícolas

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