A Policia Civil investiga um fazendeiro acusado de decepar uma das mãos de um funcionário, de 60 anos. De acordo com a apuração inicial, o homem trabalhava no local!
Um fazendeiro está sendo acusado de decepar a mão de um ex-funcionário após ele ter furtado uma galinha de sua propriedade. O funcionário, que tinha 60 anos, tomou o animal como pagamento após o produtor rural não pagar seu salário por serviços prestados. O caso não é isolado e, como relatado abaixo, esse tipo de justiça já foi realizado em outra ocasião no estado da Bahia.
A Policia Civil do Paraná abriu a investigação para um fazendeiro acusado de decepar uma das mãos de um funcionário. De acordo com a apuração inicial, o homem trabalhava na chácara do suspeito, em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), e não recebeu seu salário. A vítima teria reclamado e, em seguida, furtado uma galinha.
O fazendeiro e o funcionário teriam discutido. Durante o bate-boca o suspeito pegou o facão atingiu a vítima. Após o dono da fazenda não efetuar o pagamento de R$300 pelos serviços a vítima que já havia cobrado o dinheiro antes, começou a discutir com o fazendeiro.
A facada acabou decepando a mão esquerda do funcionário que, assustado, foi imediatamente embora da propriedade.
O crime aconteceu no dia 31 de dezembro do ano passado, mas só agora veio à tona porque o homem ferido esperou uma semana para procurar por socorro médico — ele tentava tratar o ferimento em casa.
Apesar da gravidade do ferimento, o funcionário decidiu tratá-lo em casa, sem fazer qualquer consulta médica logo após o ocorrido, o que é recomendável nesse caso. Vizinhos viram que a lesão não estava melhorando e decidiram ligar para a Defesa Civil. Equipes foram para o local onde a vítima mora, uma área rural de difícil acesso. O homem foi levado para o hospital municipal da região.
Em nota, a Polícia Civil informou que o fazendeiro já foi identificado e que a vítima prestou depoimento. A corporação afirmou que faz diligências para esclarecer o caso.
O caso ocorreu no dia 31 de dezembro. Contudo, a vítima só obteve ajuda médica uma semana depois. O caso só ganhou notoriedade e foi divulgado após o tratamento.

Investigação
Em nota, a Polícia Civil informou que o fazendeiro já foi identificado e que a vítima prestou depoimento, mas não foi preso. A vítima também foi ouvida, porém não há informações do seu estado atual de saúde. A corporação afirmou que está investigando o caso a fim de esclarecer algumas questões.
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Caso na Bahia
Em agosto de 2022, dois funcionários de uma loja foram torturados por dois empresários, em Salvador. Uma das vítimas teve as mãos queimadas com ferro quente com o número 171, em referência ao artigo penal relacionado ao crime de estelionato. Ao passo que o outro foi agredido com pauladas nas mãos e no corpo.
Além da tortura física, os homens também relataram tortura verbal, através de insultos racistas, apesar de seus patrões serem negros. As vítimas foram acusadas pelos empresários de furtarem R$ 30 do estabelecimento, mas negam que tenham roubado o dinheiro.
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