Líder nacional, vendas de sêmen Angus cresceu 34%

Líder nacional, vendas de sêmen Angus cresceu 34%

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Foto: Semex Argentina

Líder na comercialização de sêmen, a raça Angus registrou expansão de 33,97% na venda de doses no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período do ano passado

A informação integra o relatório divulgado pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), que destaca o avanço da genética de reprodutores nacionais. A comercialização de sêmen de touros Angus brasileiros neste primeiro semestre aumentou 41,60%, atingindo uma fatia de 28,85% de todo o sêmen Angus comercializado no país, dois pontos percentuais acima do market share de 26,87% obtido no primeiro semestre de 2019. “A Angus negocia sêmen em 26 das 27 unidades da federação brasileira. Isso mostra que a raça é unanimidade em qualidade e lucratividade e tem amplo potencial de adaptabilidade no vasto território nacional”, frisou o presidente da Associação Brasileira de Angus, Nivaldo Dzyekanski.

A pesquisa da Asbia também indicou aumento de 26% na produção de sêmen geral (corte e leite) no Brasil nos primeiros seis meses do ano. Foram 5.310.269 doses neste ano contra 4.209.516 de 2019. A alta ficou acima da elevação de 24,7% computada no mercado total de sêmen (produção local e doses importadas), que atingiu 10.156.373 doses no primeiro semestre deste ano contra 8.144.77 de 2019.

Aumento verificado também na comercialização. De forma geral, indica a Asbia, a comercialização de sêmen (cliente final, exportação e prestadores de serviço) atingiu 8,8 milhões de doses no semestre, alta de 31%. No segmento corte para clientes finais, o avanço foi de 47%, passando de 3,75 milhões para 5,54 milhões de doses. Tendência acompanhada pela raça Angus, que, em 2019, respondeu por 5,8 milhões de doses negociadas de um universo de 11 milhões de doses computadas pela pecuária de corte em 12 meses.

Segundo o gerente de fomento da Angus, Mateus Pivato, o avanço da genética nacional neste primeiro semestre sinaliza para um ano promissor para o sêmen Angus produzido no Brasil. Além da valorização do dólar em relação ao real, o que tornou o produto importado mais caro, Pivato indica um maior reconhecimento dos atributos dos reprodutores nacionais, animais adaptados às peculiaridades e variabilidade do clima brasileiro e que vêm sendo opção para criadores de Sul a Norte. “Se o mercado seguir nessa tendência, deveremos fechar 2020 com expansão na comercialização de sêmen Angus e aumento da representatividade da produção nacional, uma vitória para a raça Angus e para todos os selecionados brasileiros”, frisou Pivato.

Fonte Angus

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