Mercado chinês comprou 262,1 mil toneladas entre fevereiro e junho de 2026 e impulsionou o melhor primeiro semestre da história das exportações brasileiras do coproduto
Escalas de abate seguem enxutas, sustentam as cotações em diversas praças e alimentam expectativa de novas altas. No entanto, consultorias alertam que o ritmo das exportações para a China e a demanda doméstica serão decisivos para definir o…
Nova estimativa da Abiec aponta que o esgotamento da cota chinesa pode reduzir os embarques brasileiros em quase 750 mil toneladas e provocar perdas de até US$ 4,5 bilhões em 2026.
Além da tarifa de 25% já anunciada pelos Estados Unidos, uma nova investigação conduzida pelo USTR pode resultar em uma sobretaxa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. O governo federal afirma que negocia para impedir a cobrança…
Novo Beef Report da ABIEC revela que a pecuária de corte brasileira alcançou resultados inéditos em 2025, consolidando o país como maior produtor e exportador mundial de carne bovina e projetando um novo ciclo de expansão para a próxima…
A nova cota da China na exportação de carne bovina reduz a previsibilidade do mercado, cria uma nova dinâmica para o preço do boi gordo e pode influenciar desde o valor do bezerro até as decisões de retenção de matrizes na pecuária…
Oferta restrita sustenta recuperação em importantes praças, enquanto frigoríficos exportadores seguem cautelosos diante da paralisação dos embarques para a China; consultorias mantêm visão positiva para o segundo semestre no mercado do boi…
Embarques brasileiros mantêm crescimento em julho, com receita das exportações de carne bovina em forte alta impulsionada pelos preços, enquanto mercado acompanha expectativa pelo esgotamento da cota chinesa.
Pressão dos frigoríficos, cota chinesa praticamente esgotada e oferta de animais derrubam os preços no mercado físico. Apesar disso, Safras & Mercado, Scot Consultoria e Agrifatto veem fundamentos que podem impulsionar uma recuperação…
Plano chinês prevê redução gradual das importações até 2035, mas Aprosoja avalia que o Brasil tem margem para reagir com novos mercados, biodiesel e maior consumo interno