Criador do Facebook caça javalis com arco, confira!

Criador do Facebook caça javalis com arco, confira!

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Foto Divulgação.

Mark Zuckerberg voltou a reconhecer publicamente a sua paixão pela caça. O fundado do Facebook disse que caça javalis com arco, no rancho da sua família.

Já tinha sido tornado público a paixão de Mark Zuckerberg pela caça. Inclusive, há fotografias e vídeos na internet com o fundador do Facebook em algumas caçadas. Num vídeo que partilhou em direto em 2016, podemos ver Mark a preparar uma merenda para partilhar com os amigos, durante a caça.

Obviamente que não faltaram os comentários negativos, principalmente porque atrás de Mark estavam a fazer um churrasco. Ele comentou, na altura, “as coisas sabem melhor quando são cozinhadas por nós mesmos. Além disso, se foste tu a caçar o animal, terá o dobro do sabor”.

“O sabor é duplamente melhor quando você caça o animal”, disse Zuckerberg

Numa recente publicação no Facebook, onde anunciou os seus propósitos de Ano Novo, Mark falou novamente sobre a sua aficion pela caça. Prometeu que iria caçar pessoalmente toda a carne que comesse, durante um ano.

Além de galinha, cabra e porco, o fundador do Facebook já abateu animais marinhos, como uma lagosta, que foi cozida viva. Já o próximo prato, provavelmente, inclui agora uma carne de caça.

Vários foram os comentários. Mark respondeu, a um deles, “Tenho ido muito à caça. E nestes dias, tenho ido com arco e flecha”.

Outro seguidor perguntou que tipo de animal caçava Mark, ao que o CEO do Facebook respondeu “javalis”.

Como era de esperar, os comentários dos animalistas começaram a surgir em força. Uma seguidora disse mesmo “Porque matas animais lindos e inocentes? Gostavas que alguém ou algo te caçasse? Isso é doentio”.

E Mark Zuckerberg respondeu: “A minha família tem um rancho onde os javalis atacam populações de albatrozes, que ficarão ameaçadas, se não controlarmos os javalis. E então caçamo-los, comemo-los e protegemos os pássaros”.

Caça é permitida em todo território nacional

O uso de cães e de armas de fogo estão admitidos, em todo o país, na perseguição e caça de javalis, animais conhecidos por causar prejuízos nas lavouras de grãos e atacar ovelhas.

A Instrução Normativa (IN) do Ibama n° 12/2019, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (04/04) institui o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf) para monitoramento das atividades de manejo do javali (Sus scrofa). A norma também aprimora a IN 03/2013, que decreta a nocividade e autoriza o controle populacional da espécie.

A nova norma também inova ao criar um sistema eletrônico para que os caçadores enviem ao Ibama relatórios sobre o manejo da espécie exótica. Até então, os dados precisavam ser entregues nos escritórios do Ibama periodicamente.

Os controladores de javalis no Estado avaliam que a nova IN diminui a burocracia e traz segurança jurídica, embora no Rio Grande do Sul o uso de cães e armas já fosse comum. A norma determina que os cães de agarre devem portar colete peitoral com identificação.

O responsável também deverá contar com atestado de saúde do animal e carteira de vacinação atualizada.

“Antes ficávamos na dúvida se podia usar o cão ou não. Agora ficou claro”, comenta Marcelo Mesko Rosa, de Pinheiro Machado, que participou da capacitação para controladores de javalis, oferecida pela Secretaria da Agricultura.

A flexibilização da caça, no entanto, é vista com cautela por algumas lideranças. O vice-presidente da Farsul, Carlos Simm, diz que o controle da espécie exótica é necessário, tendo em vista os estragos que provocam principalmente nas lavouras de milho e culturas de inverno, mas que depende de ações organizadas.

“A facilitação do controle dos javalis não pode dar a impressão de que a caça está liberada sem restrições. As propriedades privadas não podem ser invadidas”, pontua.

Sobre o uso de cães, considera uma alternativa, desde que bem treinados. 

O secretário municipal de Desenvolvimento Rural de Bagé, Cleber Zuliani Carvalho, também faz ressalva sobre o uso de cães para a perseguição e caça. “Muitas vezes, na tentativa de capturar um javali, o cachorro dispersa o bando e aí acabam se formando novas famílias de javalis em outros lugares”, aponta. 

O uso de armadilhas do tipo jaula e curral, ferramentas que oferecem mais segurança e eficiência, está autorizado pela norma.

Compre Rural com informações de O diário de uma Caçadora

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