Programa na fronteira com o Uruguai é modelo para o país

Programa na fronteira com o Uruguai é modelo para o país

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Programa Sentinela é modelo para o país
Foto: Divulgação

Programa Sentinela consiste na realização permanente de patrulhamento e barreiras móveis nos mais de 1,2 mil quilômetros da região de fronteira com o Uruguai e a Argentina

Os resultados obtidos em menos de um ano de operação do Programa Sentinela, que atua na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina, chamaram a atenção do Ministério da Agricultura. O coordenador do programa, Francisco Lopes, foi convidado para ministrar um curso sobre o modo de atuação do Sentinela para os fiscais do Vigifronteira, Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais, do Mapa.

Cinco servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural também foram convidados a participar de operações em outros estados. “Acreditamos que, além de contribuir com o trabalho do pessoal de outras regiões do país, também vamos agregar conhecimento a nossa atuação aqui no estado”, afirma Lopes.

O Programa Sentinela é uma iniciativa da Secretaria da Agricultura, em parceria com as forças de segurança pública e apoio do Fundesa através da liberação de recursos para aparelhar as equipes volantes. Consiste na realização permanente de patrulhamento e barreiras móveis nos mais de 1,2 mil quilômetros da região de fronteira com o Uruguai e a Argentina, abrangendo 59 municípios. Desde o início da operação em julho de 2020, foram percorridos quase 45 mil quilômetros, com 25 mil bovinos fiscalizados e quase 1,5 mil multas aplicadas. “Quem está fora da lei ou das regras vigentes tem visto que a SeapDr é diligente no combate ao trânsito irregular de animais”, garante Lopes.

O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS, Rogério Kerber, destaca o protagonismo do programa. “A atuação do Sentinela vem mostrando que o Serviço Veterinário Oficial se mantém cada vez mais atento à atividade de fronteira. O setor produtivo pode fazer sua parte denunciando atividades irregulares e contribuindo para a segurança do rebanho.”

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