Indústria prevê antecipação dos embarques ainda em 2026 e defende mecanismo para evitar que limite anual de 1,128 milhão de toneladas seja atingido nos primeiros meses do próximo ano, uma espécie de "intervenção" do Governo
Escalas mais apertadas, principalmente entre frigoríficos menores, aumentam a disputa por boiadas; em São Paulo, negócios já aparecem a R$ 360/@, enquanto referências do mercado avançam e reforçam um ambiente mais firme para a arroba
Brasil tenta abrir o Japão para a carne bovina enquanto China e União Europeia restringem compras. Pecuaristas japoneses agora pressionam negociação com Mercosul.
Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 2,28%, a R$ 4,04 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 1,62%, para R$ 3,76 o litro.
Mercado físico mantém preços sustentados nas principais praças pecuárias, enquanto o boi futuro acima de R$ 380/@ aumenta a expectativa para a arroba; oferta de animais terminados, escalas dos frigoríficos e exportações entram no radar.
Proposta apresentada ao Palácio Piratini prevê carência mínima de dois anos, prazo de até dez anos para pagamento, defesa contra importações e medidas para manter produtores na atividade e socorrer cadeia do leite
"Em plena colheita de arroz e soja, enfrentamos uma situação semelhante. Naquele momento, havia informação oficial de que existiam estoques no Estado, mas o combustível não chegava às propriedades", afirmou.
Segundo a Corteva, a joint venture dá continuidade a uma parceria de vários anos entre as empresas, com estimativa de lançamento das novas soluções no início da década de 2030, por meio de canais comerciais já estabelecidos.
Com a cota chinesa praticamente esgotada, embarques ao gigante asiático despencaram em agosto; Estados Unidos assumiram a liderança no mês e avanço de outros mercados mantém resultado de 2026 acima do ano passado.