Tecnologia no agronegócio amplia as possibilidades do setor

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Foto: Wenderson Araujo

Plataformas que oferecem criptomoedas próprias estão em alta e são uma oportunidade promissora para investidores lucrarem ainda mais

A tecnologia já é bastante utilizada no agronegócio, e isso tem contribuído com a ascensão do setor, mas ainda há muito a ser explorado, principalmente levando em consideração os últimos lucros que esse mercado tem obtido. Durante o ano passado, o agronegócio foi responsável por 26,6% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, o que corresponde a quase R$ 1 trilhão.

Em meio a resultados tão promissores, empresas de tecnologia têm aproveitado para investir em inovação para o agronegócio, como, por exemplo, usando as criptomoedas para criar um sistema de economia circular. Não é de hoje que moedas digitais, como Bitcoins, têm conquistado relevância e a preferência especialmente nas negociações internacionais.

Mas é recente a possibilidade de usar as criptomoedas para uma prática muito comum entre o setor: a troca. Novas plataformas estão criando um mercado digital com tokens próprios, e, assim, o que antes era pago apenas com o lucro da mercadoria ou com a promessa dos grãos que serão colhidos, passa a poder ser utilizado também como forma de financiamento para a safra.

O desenvolvimento de programas e aplicativos voltados para produtores e compradores têm aumentado as chances de compra e venda, por meio das moedas digitais. Mas os benefícios vão muito além, como a possibilidade de fazer das criptomoedas um investimento, optando por manter a moeda enquanto ela se valoriza ou comprar quando estiver menos valorizada, para lucrar ainda mais com a especulação.

Nesse cenário de diferentes possibilidades tecnológicas e expectativas de crescimento para o setor, o Brasil é um dos países da América do Sul que estão na mira dos investidores, e não é à toa. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a safra 2020/21 de grãos do Brasil produza mais de 272 milhões de toneladas.

Principalmente, os estados que fazem parte da região do Centro-Oeste brasileiro, como Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que são alguns dos maiores polos do agronegócio do país, podem ser muito beneficiados com isso, aumentando, consequentemente, não somente o PIB, mas também o número de empregados.

Esse resultado pode ser alcançado, porque o leque de atuação do agronegócio abrange desde a iniciativa pública até a privada. É possível encontrar oportunidades no setor na iniciativa pública e pesquisando por concursos Goiás ou de outros estados, de acordo com a localização ou a pretensão de residir.

As possibilidades englobam cargos como de Auditor Fiscal Federal Agropecuário, Engenheiro Agrônomo, entre outros, incluindo as áreas de gestão e inovação. Ou seja, o cenário reserva bons frutos, tanto para quem está em busca de emprego, quanto para quem investe no mercado agro.

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