Pecuarista arma a trincheira e resiste em entregar boi gordo; Confira a resposta dos frigoríficos para um mercado pautado pela volatilidade no preço da arroba.
Ano atípico, ano típico, conversa fiada; Se buscar um exemplo de "ano típico" no mercado não é fácil, ele não é tão frequente. consequentemente, não é típico!
Apesar do pagamento dos salários, feriado e ajuda do governo, se o consumidor optar por controlar o consumo de carne bovina, mercado poderá perder a firmeza.
Coronavírus traz incertezas, mas o mundo continua comendo carne; Exportações acima de R$ 2 bilhões no trimestre mostram um mercado disposto ao consumo.
No mercado brasileiro, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 registra média de R$ 200,29 nesta parcial de abril (até o dia 8), praticamente estável frente à de março (R$ 200,35).
Apesar da grande pressão baixista na arroba, os frigoríficos encontram dificuldades nas compras desses animais já que o pecuarista ainda tem oferta de pasto para reter os animais.
Scot Consultoria afirma que na segunda-feira, 6, o mercado apresentou baixo volume de negócios; frigoríficos que estiveram ativas tentaram diminuir valores ofertados.
Frigoríficos resistem, mais uma vez, para conter a alta da arroba no mercado, baseado em uma incerteza no consumo interno imposta pelo coronavírus. Boi China vale até R$ 6 a mais por arroba!